terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Escrito nas linhas da mão. Written in the lines of the hand.

Que parte de nós é Destino, e que parte de nós é Escolha?
Como é que se decide na estrada?
Vou para a esquerda? Ou, se quiser, vou antes para a direita.
Telefono?
Ou, se calhar, até não.
Digo? Ou calo?
Vou? Ou fico?
Uma palavra pode mudar tudo o que estava antes.
Um caminho pode levar-nos para bem longe, e ao lado temos a hipótese de escolher outro que nos leva ao ponto de partida, e que também sempre lá esteve, afinal.
A minha escolha é o quê, então?
Já estava prevista na minha Linha do Destino?
E se, a meio do caminho decidir deitar tudo ao chão e mudar de rota?
Também já lá está escrito, ou posso ir alterando o percurso ao longo da estrada?

Quando tinha 18 anos, meio a sério, meio a brincar, leram-me a palma da mão.
Se vinha uma das escolhas que fiz antes, não me apercebi dela, ou foi tão insignificante que nem sequer se via.
É estranho, porque houve uma altura em que me parecia a coisa mais importante do mundo.
Agora, porém, a minha escolha é outra.
Uma delas.
A outras, logo se verão!
Mas qual é a parte em que vêm escritas as minhas escolhas, se não as fiz ainda?
Ainda só estou a olhar o caminho em frente. Do meu novo Ponto de Partida.
Que, coincidentemente, foi o Primeiro Ponto de Partida.

2 comentários:

India disse...

Cada ponto de partida é como se fosse o primeiro. Cada início dá-nos a hipótese de começarmos tudo outra vez. Podemos achar que já não temos forças para recomeçar tudo utra vez, mas se estamos a falar da nossa Vida, como mantê-la presa? Cada vez que o sol nasce, temos hipóteses para recomeçar. Os amigos estão lá para nos dar forças!
Força AMIGA!

marta disse...

Vamos lá ver é se não me enterro logo no primeiro passo, naba como sou! lol