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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

É tão bom ter projectos!

E melhor ainda, gente igualmente doida que alinha e os incentiva!

Há lá coisa melhor?


Pois, só mesmo chegar um camião tir e levar o Passos e o Relvas e o Gaspar à frente...

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ora vamos cá ajudar o Gaspar!

Pois aqui a menina do blog, a quem também custou comó caraças tirar um curso que, basicamente, nos dias de hoje, não serve para quase nada, com muita ginástica a cortar de um lado e do outro para conseguir ter dinheiro para os gastos básicos (ie, transporte e comida, e não maquilhagem e noitadas), como a maioria dos portugueses, tendo em conta que a minha mãe ganhava o ordenado mínimo, o sacana do meu pai não existia e ainda havia o meu irmão, resolveu que, em vez de serem os deputados deste país (que são muitos, é bem verdade, mas não parecem ser muito dotados para a área do pensamento) a propor ideias para os cortes na despesa, se apele à boa vontade e ao espírito de desenrasque típico da alma lusa, e que sejamos nós, Portugueses, a apresentar essas propostas.

Uma Proposta por Português já vai dar uma lista de boas ideias, calculo que muitas delas perfeitamente aplicáveis.

Ora aqui vai a minha, que foi difícil de escolher, visto que todas as pessoas que moram na minha cabeça quiseram participar na sua missão de ajudar o país, que é como quem diz, meter a sua colherada, mas não pode ser, uma pessoa, uma ideia:

Que a função de deputado seja de voluntariado, a que um cidadão Português, com um nível mínimo de educação (sem ser dúbia), se possa candidatar, e manter por um período máximo de dois anos, sem qualquer vencimento, a não ser ajudas de custo para o transporte e alimentação (sem abusar dos seus compatriotas, claro!), e que, no caso de não ter residência na capital, possa ficar numa residência comunitária para qualquer deputado que aí se desloque, sendo responsável pela arrumação do seu espaço, como qualquer pessoa adulta e, lá está, responsável.

E então, alinhamos?


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Jardins do Retiro.

Os jardins foram concebidos entre 1630 e 1640, quando o Conde-Duque de Olivares, vassalo de Filipe IV (1621 - 1665), ofereceu ao monarca alguns terrenos para o lazer da Corte em redor do Covento de San Jerónimo el Real. Quando se começou a adaptar esse complexo, conhecido Palácio do Bom Retiro, a área de 145 hectares que o envolvia foi toda ajardinada. Os jardins foram concebidos pelocenógrafo italiano Cosme Lotti.

Ao longo dos anos foram feitas muitas modificações, nem sempre planeadas, que alteraram os jardins. O rei D. Carlos III foi o primeiro monarca a permitir que os cidadãos tivessem acesso ao recinto, desde que estivessem "bem vestidos e lavados".

Durante a invasão francesa, em 1808, os jardins ficaram parcialmente destruídos devido ao facto do complexo ter sido utilizado como quartel das tropas de Napoleão; o palácio foi igualmente destruído.

Depois da Guerra Peninsular, Fernando VII) (1814 - 1833) iniciou a reconstrução do jardim e abriu-o ao público. O monarca reservou uma zona onde construíu uma série de edifícios para fins lúdicos característicos da época.

No reinado de Isabel II (1833 - 1868) parte dos jardins foi vendido para aí se construirem habitações particulares. Após a revolução de 1868, a Gloriosa, os jardins passaram a propriedade municipal e as suas portas abriram-se para todos os cidadãos.

Porta de Hernani



Puerta de Alcalá, ao início da rua com o mesmo nome, uma das principais da cidade.



Ahhh... Parece Lisboa!

A Fonte da Alcachofra.

Fonte da Alcachofra. Detalhe.

Fonte da Alcachofra. Detalhe.

Na praça com o mesmo nome, foi construída em 1885 a Fonte do Anjo caído. Foi esculpida pelo artista madrileno Ricardo Bellver em 1877. O pedestal é de granito e bronze e foi desenhado pelo arquitecto Francisco Jarenho.

É a única estátua conhecida dedicada a Lúcifer.

Fonte do Anjo Caído. Detalhe.

Fonte do Anjo Caído. Detalhe.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Madrid. Parte 1.

O Tio Pepe na Plaza del Sol.



Plaza del Sol, na Madrid Antigua.

O urso agarrado ao seu medronheiro, símbolo da cidade de Madrid.

Tascas e varandas típicas na zona antiga. Por todo o lado há varandas, mesmo de tamanho mínimo, para as pessoas poderem plantar os seus coentros!
O CR em todas as lojas.


O Homem Aranha português no meio da Plaza Mayor...
Reparem no Mr. Miyagi ali no cantinho direito, a aproximar-se discretamente!
O Palácio Real, ou o tralho do puto ali ao canto, que eu não vi porque estava concentrada na fotografia, mas que o R. viu muito bem!
(PS, umas são minhas - as mais tremidas, claro, e outras são do R.)