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quinta-feira, 7 de março de 2019

Dia da Leitura.

Uma pessoa bem pode ir à Escócia, à Nova Zelândia, à Irlanda ou à Ilha de Prince Edward, mas não é a mesma coisa que dar um salto a Hogwarts, à Terra Média, a Sevenwaters ou a Avonlea!

E viva a capacidade de imaginar!



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Lição de estilo #5789347587348.

É ir buscar a miúda à escolinha em dia de reunião de pais, ver o parque cheio de grandes banheiras de marcas caras, e ter nas mãos um Clio de 98 azul ainda de boa qualidade mas com a plástico do pára-choques a descascar, com o leitor de cassetes com o Wolfhearted dos Moonspell a tocar (foi a única coisa de jeito que encontrei em cassete, já ninguém acha piada à banda sonora da Missão Impossível com os Limp Bizkit...) que, por mor de ter fechado na garagem por uma semana, levou com uma mijadela da gata no capot que empestou por todo o lado e não sei como me livrar do pivete!

Sou uma mãe hipster, é o que é. Se fosse gajo deixava crescer a barba e um man-bun!


quarta-feira, 27 de maio de 2015

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

38 semanas e a contar.

Pois tenho andado uma baldas com o(s) blog(s), não tenho genica nenhuma para a blogosfera, estou naquela do "há já tanta porcaria por aí, que eu não ando aqui a fazer nada", mas o facto é que também não ando a fazer nada em mais nenhum sítio (só a crescer, evidentemente), e o farmville já me está a derreter os neurónios, pelo que vou mandar o raio da quinta ao ar, enquanto não chega o dia em que esteja a cavar numa quinta com as minhas árvores e os meus ESPARGOS!! e umas galinhas e umas cabrinhas, até porque se avizinha que, nos próximos tempos, os bocadinhos livres são para meter o sono em dia e mandar fotos de pais babados às avós e aos tios e aos"tios" emprestados....

Ora, resumindo esta coisa, assim numa de diário mensal (ganhei um nos meus anos, em Abril, para registar as maluqueiras todas, para depois a cachopa ver o que a casa gasta...), eis o que temos:

1º mês: não se dá por nada, é um facto, até ao dia em que, mais ou menos a fazer as contas, falta ali qualquer coisa, e as mamas ficam esquisitas. Quando bate, ficamos um bocado parvos, mas no bom sentido, do tipo sorrir para o nada, mesmo a passar por maluquinho dos carretos.

2º mês: estive com o turno da tarde lá no trabalho, o que quer dizer que era qualquer coisa das 14h às 23h, o que quer dizer que, em vez dos enjoos matinais, fui daquelas pessoas abençoadas com os enjoos ao final do dia, nomeadamente quando vinha a alta velocidade e aos solavancos no 36 para casa... Consegui não chamar o Gregório vez nenhuma, e muitas não têm a sorte de se poder gabar do mesmo. Nos entretantos, a minha sogra estava danada para ir visitar a família aos Estados Unidos, embicou que queria ir nos anos dela (em finais de Setembro...), nós estávamos para ir também, mas lá o marido arranjou uma desculpa mais ou menos convincente.
De referir que, de cada vez que a minha sogra me via, olhava para a barriga a ver se já lá estava alguma coisa (tipo, assim da noite para o dia) e perguntava quase sempre quando é que vinha aí um neto ou neta, e esta passou-lhe mesmo ao lado.....

3º mês: Lá contámos a novidade à família e no trabalho, 2 dias antes do prazo previsto, porque fui misteriosamente atacada por uma borbulhagem qualquer e tive de ir ao hospital levar uma injecção. No trabalho teve de ser, porque já se começava a notar a pancinha, e umas colegas (as tias adoptivas) já estavam assim a olhar-me de esguelha e a oferecerem-se para fazer coisas mais pesadas... Fica a simpática atitude da supervisora de serviço, que ainda me perguntou, apesar de eu já estar toda vermelha das borbulhas na cara, se eu não queria antes terminar o meu turno e ir depois às urgências...

4º mês: É daquelas fases em que a médica nos dá um caixote de vitaminas para tomar, nos manda fazer uma montanha de análises, lá passa uns comprimidos miraculosos para o enjoo, que também podemos dar aos cães, quando fazemos viagens longas, temos as tias a tentar adivinhar que aquelas duas bolinhas na ecografia são os testículos a descer, ainda conseguimos ir a um concerto dos Silence 4 (o primeiro a 3), ainda não nos arrastamos e podemos fazer caminhadas como antes, e em que a médica se passa porque temos gatas e eu não tenho nenhuma intenção de me "livrar" delas, apenas controlar os pêlos e os saltos nos lugares onde está a piolha indefesa (sim, porque estas gatas são doidas, eu já as conheço, além de que a destreza felina e o discernimento são ZERO, e isso inclui janelas só com uma greta aberta porque uma delas pode saltar à maluca, e velas apagadas porque a outra, mais felpuda, dá saltos suicidas para cima e chamusca o pêlo), além de que estamos a engordar 1,5 kg por mês, o que vai estoirar lá com a tabelinha irreal dos 10 quilos ao final da gravidez.
A médica veio com a história do "ah e tal vai fazer a  amniocentese, não vai?" e mete lá um ok (já estou nos 37), mas não explica à mãe de primeira viagem como é que, em termos práticos, a coisa funciona, o que lhe dá mais uma bruta camadona de ansiedade e pelo que a mãe vai ver à net - GRANDE ERRO!!! - e depois esclarece-se com a médica que iria fazer o exame. De forma simples e descomplicada, informa: se o bebé tiver alguma coisa incompatível com a vida, o organismo elimina-o (dasse!! estes médicos!), se for compatível com a vida, vocês decidem se querem continuar com a gravidez ou não. Obviamente, mandámos a amniocentese dar uma volta ao bilhar grande, voltei a conseguir dormir descansada e tive a confirmação de que esta gente é toda doida, falar numa coisa destas a pais que, desde que sabem que a coisita pequena lá está, tem vida e vai ser uma pessoa, nós só cá estamos para ajudar o melhor que pudermos.

5º mês: Já sabemos que é uma piolha, afinal as bolinhas não eram os testículos a descer, eram os ovários a ir lá para o sítio deles. É o delírio lá em casa: do lado dos meus sogros, há 2 filhos rapazes e um neto rapaz, do meu lado está mais equilibrado, mas já se sabe que estas avós são uma malucas pelas netinhas fofinhas com uma data de mariquices cor de rosa, e o meu irmão mais novo ajuda à festa. 
Já consigo sentir as primeiras mexidelas, o que é uma coisa assim do outro mundo. Ok, parecem gases, se não soubermos o que é, mas a coisita pequena cada vez se torna mais gente, já não está escondida dentro da barriga.
A pérola deste mês da médica foi "não toque na barriga, porque pode provocar contracções", o que é coisa para deixar uma mãe de primeira viagem nos píncaros da ansiedade até à consulta do próximo mês...

6º mês: Lá escolhemos o nome, lá continuamos a aproveitar para passear enquanto não rebolo, já tenho de arranjar roupa de mamã e arrumar as t-shirts que não sei quando me hão-de servir outra vez. A cachopa cá está feita peixinha no seu saco amniótico, a dar umas patadas e a cravar peças em sítios estratégicos, como aquele músculo aqui do lado direito, impossibilitando a mãe de rir, respirar à vontadex e de se mexer como as pessoas normais.

7º mês: A mamã de primeira viagem é apresentada à dor ciática e fica meio entrevada durante umas semanas, além de manifestar uma certa dificuldade durante a noite no passar da posição decúbito lateral esquerdo para outro decúbito lateral qualquer porque já estou farta de estar virada para este lado. Nesta altura, muitas outras mães informam (só agora, caray!!) que padeceram do mesmo, mas foi coisa que durou um mês, pelo que não deve ter sido uma ciática lá muito convincente, mas o facto é que as ancas desencaixaram-se e fiquei com um andar novo, salvo seja...

8º mês: Por esta altura, já está quase tudo mais ou menos alinhavado: já temos na casa da minha sogra o berço de uma prima, que já passou por mais não sei quantos bebés e vai passar por este também, ganhei a apetência por tirar fotos com abóboras, o assunto carrinho/ovo/alcofa está resolvido, bem como roupinhas para os próximos meses, mantas oferecidas e feitas por avós e amigas,  lençóis, coisas com gatinhos, lençóis, enfeites, botinhas, babetes, tudo enfeitado com felinos, coisas cor de rosinha e etcéteras. Comprei para aí uns 3 babygrows com animais, e uns babetes muito giros com os dias da semana e um animal em cada um. E livros de histórias...
Basicamente, desvairei-me na C e A, na H e M, na Modalfa, na Primark e numa lojinha lá em Torres Vedras que dá vontade de trazer TODA!! para casa. 
E hoje vi num blog um macacão de ganga de uma marca xpto igual ao que estava na Modalfa... mas 3 vezes!! mais caro...
Ainda não sei a diferença entre um babygrow para usar de dia e um de pijama, mas a piolha vai andar quentinha, prática e confortável (além de bastante maricas, graças às avós e às tias). Tenho ordens para não deixar a miúda sair do hospital sem levar na cabeça a fita oferecida pela prima L., mesmo que não tenha cabelo nenhum...

9º mês: Obrigaram-me a vir para casa. Não que não gostem de mim lá no trabalho, ou que já não estivessem a olhar com deleite a perspectiva de um parto no call center (descansem, temos pelo menos dois médicos e uma enfermeira de serviço!), mas porque a pessoa tem de descansar antes da criança nascer, já que depois tem de estar a 100% para a meia leca. Ainda apanhei um dia de greve de metro, o que quer dizer quase duas horas em pé ou encostada ao lancil (sim, há paragens sem bancos!) à espera de um autocarro que não parou, e eventual desistência, mas já me consegui habituar a fazer as coisas com mais calma e a meter o sono em dia.
A mala já está pronta, já foi vista e revista, já fomos conhecer a maternidade, já andamos nas andanças de "ctg's" e "toques", já fiz bolos porque é o que faço quando me aborreço em casa, já fiz o bolo de despedida e fui ter com os colegas do trabalho, já tirei fotos para o outro blog, agora é só esperar a data surpresa...
(só nervos, caray! hoje vou enfardar um cachorro cheio de ketchup, que é para me distrair!)

E também ajuda actualizar os blogs!


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Dinâmica matinal entre mãe e filhota.

Há que ver: a criança ainda está cá dentro.

A mãe dorme em decúbito lateral esquerdo, a posição aconselhada, com a almofada do pai a amparar, também de acordo com as instruções. O pai não se importa, está por estes dias em Braga.

Mãe e filha dormem muito bem, tranquilas e confortáveis.

O pai também, uma vez que tem a cama toda para ele e não tem as pernas da mãe a ocupar grande parte do espaço.

Atentem que, tanto mãe como filha, gostam de dormir esticadas pelo espaço disponível todo.

De manhã, ao acordar, a mãe já está farta do decúbito lateral esquerdo e mexe-se para cima e depois para o direito.

A catraia estava provavelmente a dormir, não gosta de ser mexida e presenteia a mãe com uns quantos pontapés matinais, além de apreciar espetar qualquer parte anatómica pela zona do umbigo da mãe.

A mãe acha graça a estas manifestações de personalidade. Ainda.

A mãe, já um bocadinho mais acordada, mas ainda e sempre meio esquecida das coisas, estica-se toda, não recordando o pormenor "olha que tu agora tens câimbras!" do estado de graça.

A mãe sofre uma câimbra do caraças na perna direita, que a deixa apanhada desde o tornozelo até ao cóccix o dia todo...



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O que eu gosto mesmo é de ser saloia!

Venha cá a minha praia, deixem-me mas é estender ao sol (e, muitas vezes, vento), caminhar de uma ponta à outra da vila, experimentar cafés e respirar este iodo!








segunda-feira, 3 de junho de 2013

As nossas histórias dos livros.

Sempre tive uma relação especial com os livros.

Livros não são aquelas coisas que se usam e metem a um canto depois de usados, como alguns cadernos do liceu ou a roupa que já não nos serve.

Os livros são amigos, companheiros de certas épocas da nossa vida, marcam-nos, moldam-nos a personalidade, orientam os nossos sonhos, os nossos desejos.

De um bom amigo livro, sabemos de cor as passagens. 

Fechamos os olhos e vemos o que vê o autor, claramente, como se tivesse sido uma ideia, um pensamento, saído da nossa cabeça.

Voltamos a estar junto desse amigo de cada vez que lhe tocamos a capa, que folheamos as páginas, sentimos o seu cheiro, de cada vez que cai um papel com um poema ou uma imagem que lá deixámos dentro, há muito tempo atrás.

Há livros que nos acompanham na adolescência, e que depois vemos com outros olhos quando o lemos 10 anos mais tarde.

Há livros que nos estão tão marcados na alma que as suas histórias não são para nós apenas sonhos, mas memórias de outros tempos.

Fez-me uma certa pena ver, nos alfarrabistas da Feira do Livro, alguns dos livros que li na adolescência e dos quais seria impensável livrar-me: os volumes das Brumas, a Casa da Floresta e, sim, uma data deles do Paulo Coelho.

Deu-me a sensação de que os adultos de agora se estão a desfazer das memórias do seu início da juventude, como que se estivessem a atirar para detrás das costas aquilo que foram aprendendo a ser, trocado por coisas que se tornaram mais importantes do que a formação do seu carácter.

As minhas Brumas, arduamente conquistadas, fruto de férias a trabalhar para juntar uns trocos para livros, fruto de buscas por livrarias à procura das velhas edições, estão alinhadas na prateleira.

Volta e meia, dou um salto até aos tempos do Rei Artur e da fantástica Morgaine.

Na noite passada, teria sido possível trazer todos os livros, espalhados por várias bancadas da Feira.

Os do Paulo Coelho, enfim, fiquei com a Brida, que foi oferecida e tem a dedicatória das minhas melhores amigas, os outros já os tinha despachado para o Sr. O Mundo É o Meu Destino E Eu Sou Um Totó, também não se perdeu muito.

Há livros que ainda não foi tempo de ler, há outros que vão ficando na prateleira para se ir lendo, outros que são devorados na altura certa.

Na verdade, seria muito pouco provável desfazer-me de um livro, mandá-lo embora sem lhe dar outra oportunidade, quem sabe esteja à espera desse momento.

A não ser o Lusco Fusco, claro...

(o maior erro livrístico que já cometi, jasuis... o primeiro ainda encaixei, agora os outros... iam para a lareira...)


E aquela camisola de lã das riscas violeta e rosa, das que já temos vergonha de andar com ela na rua, com uma costura rota e um pingo de tinta branca, que continuamos a guardar como o primeiro peluche, com a desculpa do "ah e tal, dá para andar por casa e fazer as limpezas e isso"...

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Uma pessoa sabe que está em casa quando...

Apanha uma foto qualquer de Madrid numa página qualquer, já não tem papas na língua para dizer exactamente em que sítio é, e ocorrem-lhe logo uma mão-cheia de boas recordações do lugar.

Nesta, Plaza Sant'Ana, Barrio de Las Letras, no centro de Madrid, não muito longe da Plaza Sol.


Ah... a Tia Cebolla, a Piedra de la Luna, a Pompeia, o Villa Rosa...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Breve nota da autora referente à tarde de hoje.

Está o tempo farrusco, mas um calor do caraças.

Ora, entra aqui a moça no Museo de Artes Decorativas, de borla às quintas-feiras depois das 17h, o que é uma boa hora para se ir passear quando faz calor, e dei logo conta que um dos andares está em stand by... Restam os outros 3, e o último é só uma amostrazinha, que o resto também ainda não está aberto ao público.

Pois aconselho, se porventura passarem por Madrid, fica mesmo ao pé do Retiro, e andamos a passear noutro tempo, até porque o edifício era o palácio de uma dama nobre.

A revelação que se segue é que, porém, poderá ferir um pouco as susceptibilidades de quem tem simpatia pelos animais, e uma certa parcialidade pelos gatos. Principalmente estas últimas...

É que nos dois andares do edifício temos os pássaros da fortuna, as andorinhas, cães de caça,os animais fantásticos, por Deus, até um unicórnio!

Mas gatos??? Népes!!

... até chegarmos à amostra do terceiro piso e darmos com a cozinha valenciana que, mais que o arroz, é um altar aos gatos!!

Gato e peixe fresco!


Grande plano de gato e peixe fresco!


A bancada do fogão.


Peixe frito (onde é que está a jeropiga?)


Vais levar, sacana!


Chocolate quente, alguém?


E biscoitos?


Manda vir, que aqui ninguém está de dieta (aliás, andamos é na engorda, que é para compor melhor as maminhas no vestido de noiva, que isso o rabo, upa upa! Hum, será que tenho de me por a pau com a senhora da loja?...)


Os gatos e as enguias do mercado!


Ui, fresquinhas!


(andava eu a pensar em que cor ia pintar a cozinha lá em casa, que é branca de alto a baixo, armários e tudo, e a tentar meter na cabeça do Puto a ideia da "parede das janelas em verde azeitona", que não é tão agressivo como o outro verde alface, mas já me decidi: vou enchê-la destes azulejos!)


terça-feira, 17 de abril de 2012

Birthday girl 1:

Isto tudo e mais alguns...

Neste formato!

Puto Geek a tentar convencer a miúda dos livros e dos papéis...

You're doing it right!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A Vida segundo Gráciêle - Fim.

Pois é, a vida segundo Gráciêle foi, quiçá, a rúbrica mais curta que este blog alguma vez apresentou.

É que desde dar informações contraditórias aos clientes até lixar os colegas, passando por fornecer horários absurdos de funcionamento e dar instruções erradas, a moça experimentou de tudo!

Até que despediram o pessoal todo do departamento dela...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O Drama dos Gatos-Cromos.

A Bufas mudou de nome. Eram duas gatitas pretas: a Bufas e a Luna. Às vezes, trocávamos os nomes. Foi-se embora a Luna, ficou a Bufas. Volta e meia, ainda vai para sair uma Lu... mas depois fica uma coisa esquisita.

Então, mudou-se para... Lula!! Loooooolaaaaaa!!!

Tão mais esgrouviado!! Adorei!

A Smeagol anda com a mania de se meter onde não deve. Volta e meia, fica num quarto depois de se fechar a porta.

E, depois, desata a miar desalmada.

A Smeagol tem a particularidade de miar como uma pequena sirene. É que ela é patarecazita. Foi a última dos gatinhos, e é a mais pequenita.

Mas anda sempre com o miómetro ligado, tipo piquena-sirene.

Nomeadamente, quando vê alguém e quer o mimo a que tem direito, faz uma festa de míííííííí e rabiço no ar.

Tanto que já nem lhe chamo o nome todo.

Agora, falo como ela, e chamo-a Smeeeeeeeeeee (de forma bastante aguda, claro!)

O Mister Spock - ali a coisa pompom cinzenta da foto - agora anda numa de gostar de brincar com a água.

Isto quer dizer que casas-de-banho são coisas proibidas.

Gosta de patinhar pela banheira fora, e não tem mal nenhum.

Gosta de brincar no bidé, delira quando se abre um bocadito da água, e também não tem mal nenhum.

Mas ainda agora o apanhei de rabo pendurado de fora da sanita, a tentar brincar com a água lá do fundo...