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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Há uma linha que separa...

...ser poupado de ser forreta.

poupada é uma pessoa que gasta menos dinheiro e compra o tratamento em chá, mas sabe que vai ter mais trabalho.

Forreta é como aquele senhor que acha que vai fazer desaparecer por milagre a sua avantajada barriga de buda com 40 anos de existência em cima com uma única caixa de chá, que lhe vai dar para uma semana, e com alimentação saudável, que nós aconselhamos, mas que ele não está a pensar em seguir.

Ou cromo, era a minha hipótese seguinte...

Ser poupado é levar uma caixa de chá para uma infecção urinária para ver se gosta e vir depois buscar mais, ou continuar depois o tratamento com o xarope ou com os comprimidos, porque lhe dá mais jeito.

Ser forreta é achar que leva uma caixa de chá, vai bebendo um bocadito de vez em quando, e cura as suas maleitas todas e mais alguma.

Ser poupado é gastar pouca água.

Ser forreta é desligar a água da companhia e deixar para se gastar apenas a água do furo, mesmo que a água não se possa beber, apenas dá para banhos e para cozinhar, fervida, mesmo que estejam dias de muito calor e a água esteja lá tanto no fundo que não chega a casa com força suficiente, E, mesmo assim, achar que ainda não há motivo para se ligar a porcaria da água da companhia!

Passava o dia todo nisto.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Um septuagenário é um losango de sete lados, #67865466.

Conversa de duas septuagenárias no autocarro, em que cada uma se gaba de ser mais poupada que a outra, nomeadamente no que toca a gastos de água: uma diz que lava na máquina uma vez por semana, a outra lava a roupa a cada 15 dias, uma diz que gasta 10 ou 11 euros por mês em água, a outra só gasta 4 metros.

Uma pessoa fica a imaginar até que ponto aquela saia de fazenda está mofenta, e se a senhora gasta em pó de talco o que poupa em água, despejando bastas quantidades nas mamas e nas partes intimas. 

Uma pequena reflexão para a próxima vez que vos calhar uma septuagenária no banco ao lado, no autocarro...



domingo, 18 de janeiro de 2015

Ah, o Torga e a minha adolescência!

O Miguel Torga morreu em 17 de Janeiro, há 20 anos atrás. 

Pasmem, há 20 anos atrás, estava eu a fazer o 12° ano. Eu sei, também ainda não me recompus... 

Voltando. Na altura, tinha 3 disciplinas: Literatura Portuguesa, Inglês e Francês, sendo que no fim do ano tínhamos de fazer a prova de aferição de Literatura e, caso a ideia fosse tentar a Universidade, fazer ainda mais umas quantas provas específicas exigidas pelos curso que queríamos.

Ora o nosso professor de Literatura era um gajo muito divertido e muito à frente.

Era forreta com as notas, mas depois dava-nos oportunidade de recuperar fazendo uns quantos trabalhos e apresentando-os à turma, como se fossemos nós os professores.

A matéria resumia-se a: 1° período, Poesia, Fernando Pessoa e heterónimos, e Miguel Torga; 2° período, Teatro, O Judeu, uns adoraram, outros odiaram; 3° período, Prosa, A Sibila, os que adoraram o Judeu odiaram a Sibila e os que odiaram o Judeu adoraram a Sibila.

Eu fui uma das alunas que teve de fazer um trabalho para "acertar a média", subindo a nota umas quantas centésimas. Como também tinha aquela atracção pelo mar, escolhi a Sophia.

Com o aproximar do Verão, chegavam as férias mas, antes disso, as provas, o que se traduziu em aulas extra para quem estivesse ali a sério, e muitos conselhos de profissional da parte do professor, do tipo " estudem o Torga, que morreu este ano, e já não sai há dois anos; não vale a pena estudar muito o Pessoa, que saiu nestes dois e não deve sair neste outra vez."

 Felizmente, acho que a maioria de nós teve juízo e estudou um bocadinho de tudo.

Saiu Pessoa e Sophia, que não estudamos na aula, e Torga, nem se falou dele.

Também nunca mais ouvi falar deste professor... 

No Verão, ainda tive a sorte de ir com a família a Trás os Montes, o meu padrasto é de lá, e fomos visitar o lugar de repouso do Torga, na altura com uma arvorezita raquítica ao lado, lá mesmo em cima no sossego da montanha.

Claro que depois andámos todos com os intestinos desarranjados, porque era Agosto, estava um calor desgraçado e bebíamos água fresca de todas as fontes de beira da estrada, nomeadamente uma que agora tem uma bela de uma placazinha a dizer "água imprópria para consumo", mas isso já são outros quinhentos...



domingo, 4 de janeiro de 2015

Elegia em honra de uns pastéis que foram para o galheto, ou de como, às vezes, me apetecia mandar o meu cunhado pela janela.

O meu cunhado é do signo Leão, não sei se como desculpa para as porcarias que faz na vida, se para o alto nível de bazófia que tem, mas é um bocado como aquelas pessoas que, sendo habitualmente (e quando digo habitualmente quero dizer quase sempre) fazedoras de kaki, gostam de evidenciar as kakis dos outros, de forma a que a deles passe despercebida, até porque, por acaso, têm um curso de cozinheiro que não usam para mais nada senão para mostrar que sabem cozinhar melhor que o comum mortal (já que, por motivos misteriosos, claro, são persona non grata  nos barcos de cruzeiro onde trabalhavam nessa função) e o que é coisa que é fixe de evidenciar umas quantas vezes, quanto mais não seja para insuflar o ego.

Isto porque, no outro dia, fiz uma grande kaki com o raio de uns pastéis de bacalhau de marca branca quando usei as placas vitro cerâmicas na casa dos meus sogros, com uma noite em branco em cima dos costados por estar tão entupida que nem conseguia respirar, um dia cansativo, uma constipação e uma dose de elefante de sinusite em cima, em que mal conseguia abrir os olhos, o que levou o meu incrédulo cunhado a dar-me uma lição de "como fritar um rissol", e vir depois perguntar/afirmar ao irmão " então a tua mulher nem sabe fritar um rissol?".

Por isso, acho por bem esclarecer que, sim, eu até sei fritar a porcaria do rissol mas é num fogão normal e não naquela coisa do demo que são as placas de vitro cerâmica, e não é com aquele tacho psicótico, o que me demorou quase uma hora a aquecer o óleo, sendo que, no meu fogão da idade da pedra, com este tempo, o óleo já estaria mas era queimado, e também já não havia rissóis para ninguém!

É a mesma coisa que dizer que a minha mãe não sabe fazer bolos só porque queima o fundo do bolo de maçã e o deixa meio cru por dentro ao usar o meu forno com manhas pela primeira vez, coisa que qualquer pessoa com dois dedos de testa, e conhecendo os bolos da minha mãe, sabe que é um absurdo, ou que o peixe é um incompetente porque não consegue trepar a uma árvore. 

Mas se serve para a pessoa passar pelo melhor cozinheiro deste mundo e arredores, uáréva, é para o lado que eu durmo melhor!

 Na imagem, não uns rissóis, mas umas muy saborosas pataniscas de courgette,  correctamente fritas pela minha pessoa, mas num fogão normal, acepipe mais difícil de alcancar, uma vez que é necessário ao cozinheiro em questão dominar a técnica de ralar a courgette e a técnica de misturar farinha, ovo, água e temperos na consistência certa e sem grumos, além da de saber fritar em óleo a ferver, claro!


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Nota pouco ao espírito da época #1. Já cá tardava. Vão chegar mais. Ho ho ho.

A menina do blog espreita as notícias de hoje.

O Sócrates ainda está no xelindró. Ponto. Não vi mais nada disto. Parece que há muita oferta: bilhetes para o Brasil, levarem um happy meal ao senhor, o amigo é um trafulha, a tia deixou-lhe uma batelada de dinheiro.

Resta a esperança que alguém se lembre de apanhar também o Mário Soares, coitadinho, anda tão caladinho que ainda pode ser que escape impune das ilegalidades que cometeu. Pois, parece que, afinal, também anda para aí a opinar... Quem anda à chuva... Vamos ver se a Cabrita o consegue apanhar.

Depois, Casa não sei das quantas. Passa à frente.

Futebol.

Adiante.

Maminhas.

Siga.

Mais futebol, caray!

E depois a miss nalgas que, pobrezita, está com o silicone do rabo infectado... Fico a pensar se não seria mais interessante fazer antes um concurso miss nalgas para raparigas (e rapazes) que possuam belas nalgas verdadeiras, e outro de mister melhor cirurgião plástico, para os que conseguem fazer as melhores nalgas falsas nas raparigas (e rapazes) que se queiram submeter ao processo e depois andar a desfilar as suas nalgas desnudas pelo mundo.




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Constatação do dia:

A minha História Concisa de Portugal data de Outubro de 95. 

Na altura, a Marta tinha juízo.

Voltei a ter juízo e, pelos vistos, o livro achou que eu merecia e voltou a cair-me em cima.



segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A pessoa que não vê as notícias pergunta:

O presidente da Câmara de Lisboa quer que, até acabar a greve dos senhores dos lixo:

1. As pessoas deixem o lixo em casa.

ou

2. As pessoas deixem o lixo em casa DELE?


Decisions, decisions.....


terça-feira, 17 de setembro de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Vamos a ver, há que ser uma pessoa optimista.

Vamos ser positivos e pensar que o Gasparzinho estava entretido a apoiar o desporto nacional, a ver as partidas de ténis da Michele Brito, e teve um acidente de percurso, ficando ceguinho de um olho, motivo pelo qual foi obrigado a meter baixa.

Vamos ser positivos e tentar esquecer todas as trafulhices que já lemos agregadas ao nome da nova ministra nas últimas, quê, 12 horas em que ela já está no poleiro.

Vamos ser positivos e não pensar que, à conta da mania da corrupçãozinha tipicamente portuguesa, a porcaria continua toda lá, está lá há anos, muda a cara, mas a porcaria é a mesma, a senhora, justa ou injustamente, vai ser agora massacrada porque são erros que já têm raízes, pior, são hábitos que já têm raízes, quem está nas suas pequenas corrupçõezitas vai continuar, as finanças vão continuar uma caca e a gente continua a queixar-se.

Até ao dia em que chegue lá alguém e diga qualquer coisa do género "Mas qué esta m&rd@? Tá tudo a ser responsável pelos seus actos!"

Ah, espera... as pessoas são educadas a pensar que o seu umbigo é mais importante do que o de toda a gente, não a ser responsável, parece que o problema não é só o governo, é mesmo a mentalidade social dos portugueses!



sexta-feira, 21 de junho de 2013

A vira casacas. Eventualmente. Um dia destes. Argh, sei lá!!

Hoje fartei-me das mariquices do blogger.

Já quando foi aquela do "ah e tal, vamos mudar o layout, juntar-nos ao todo poderoso google, comes e calas-te", fiquei com vontade de os atirar pela janela.

Não gosto de encarneirar. 

Não gosto nada que o blogger se arme em carapau de corrida.

E, francamente, os melhoramentos ficaram uma grande kaki!

Perco-me à procura das coisas, e encontro uma montanha de porcaria de instruções que não interessam nem ao menino jesus!

Estou no blogger desde Junho de 2006, e nunca estive tão perto de os mandar às urtigas! O blogger é que perde, sacana!


Portantos, ando a ponderar as outras hipóteses de casa bloguistica.

Comecei pelo sapo, que até seria interessante, é simpático de mexer e é como a superbock, tuga.

Infelizmente, tem lá as porras das pipocas e dos arrumados e maisócaray, o que é um turn off de todo o tamanho...


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Conversas de Supervisor 101.

Aula de formação acerca de serviços ao lar prestados por técnicos especializados.

Tópico: serviços dentro do Protocolo e serviços fora do Protocolo, sendo que os serviços habituais relacionados com canalização, pintura, electricidade são habitualmente dentro do protocolo, e os relacionados com electrodomésticos são fora do protocolo.

O Supervisor quer fazer-nos compreender a diferença, e dá uns quantos exemplos de situações:

. Tomadas que não funcionam? Dentro do Protocolo. OK.

. Esquentador que não liga? Fora do Protocolo. Ok.

. Máquina de lavar loiça que não centrifuga?  

Espera...

Qual será o segundo capítulo da história? O moço confessar-se possuidor de uma Bimbe?

Pois... é possuidor de uma Bimbe...


PS: Nada contra os possuidores de Bimbe, mas os que conheço incluem-se, exclusivamente, em dois grupos: o do pessoal que percebe potes de cozinha e usa a Bimbe como uma desculpa para inventar ainda mais coisas boas, e os que não percebem um corno de ciências domésticas, no qual calculo que possa encaixar perfeitamente o Supervisor...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Aquela cena da Moda Lisboa e isso, sabem?


 Depois de passar os olhos por algumas fotografias de alguns figurantes, o único pensamento constante entre as minhas pequeninas célulazinhas cinzentas era:

"Dasseeeeee... minhas ricas calças de ganga!"



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Hábitos portugueses daqueles que não desagarram.

E que, ainda por cima, não nos largam onde quer que estejamos, mesmo aqui nos fundilhos de Madrid.

Está certo que, como dizia a nossa amiga Rute Remédios (e é só espreitar ali o estaminé da Menina Julie), as opiniões são como as vaginas, e cada qual dá a sua, mas também atentem, lá por cada pessoa ter a sua vagina, digo, opinião, não tem de andar a enfiá-la, passe a expressão, pelos olhos dos outros adentro, e há aquela mania mesmo chatinha dos portugueses, tão típica, de querer ter a última palavra, e já tive uma porra chata destas em casa, graças aos céus houve uma melhor amiga na minha vida que a quis levar antes para a casa dela, que é querer ter sempre a última palavra.

Do género: eu cá gostava de pintar esta parede de vermelho.

Não, vermelho, não, aqui tem de ser de azul.

E porque não vermelho?

Porque azul é que tem de ser.

Mas porquê?

Porque sim.

(lá está, a gente quer lá saber, mas há pessoas que querem ter sempre a última palavra, meter a pedra em cima (acham elas), e não se fala mais disso, eu é que sei e tenho razão, e sim senhora, as opiniões cada um tem a sua, mas a minha é que interessa, não a tua).

E depois ainda se vão armar em espertas e enfiar patranhas no cú groupie do Alejandro Sanz da supervisora, que percebe tanto daquilo como eu de fios elétricos, mas também estão bem lixadas, que há duas técnicas supremas para anular os seus poderes maléficos cá para estes lados:

um é a palavrinha mágica "safoder!", entendida só de alguns, ali no poiso, e outra vai ser encontrar muito em breve as "Fifty Shadows of Mr Darcy" para escandalizar aquelas pamonhas.


(claro que a parte melhor é o resto da equipa também ser toda apanhada dos cornos, sim, até o gajo cuadriculado se safa.)

(pah, as expressões do Colin Firth foram mesmo feitas para isto. E aqui ele ainda nem tinha caído de traseira com o sorriso da Lúcia Moniz, atentem!)


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ê cá nâ sê bém...

Mas quando aparece aquela gente que "ah e tal, acabámos o namoro, mas já encontrei a pessoa da minha vida", menos de um mês antes do cadáver do outro esfriar, ou é uma coincidência do catano, ou a história cheira um bocado a esturro...


Mas eu cá nã séi, eu sou apenas uma pessoa escaldada nestas coisas!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Prémio "Somos muito à frente numas coisas, mas há outras em que deixamos sair o grunho que habita dentro de nós cá para fora!"

Pois este maravilhoso prémio vai direitinho para as mãos da supervisora lá da parvónia que é o trabalho, porque, há que dizer a verdade, a mulher tem umas tiradas que mais valia subir ao último andar e atirar-se para o meio dos cactos.

As mais comuns são as piadolas com os pretos, nomeadamente, e já estão mesmo a ver, com os colegas do escritório.

Lá no call center somos uma data de cromos: ele é espanhóis, portugueses, franceses, sul-americanos, enfim, uma salada russa. Por acaso, nem tanto, que o russo foi no primeiro dia e nunca mais lá meteu os costados.

Ora a gente, no cu da Europa que é Portugal, estamos habituados a ver mulatos desde o berço: amigos do bairro, colegas da escola, os vizinhos do lado, professores, a senhora da Biblioteca, colegas da Faculdade, de trabalho, enfim, é o mais normal.

Logo, para nós, tugazitos, chegar ao posto de trabalho e ter um colega do norte de África ao lado e no nosso grupo uma colega espanhola mas cujos pais nasceram na Guiné, é a coisa mais normal do mundo, e o mesmo é dizer que, dos 6 que entrámos, uma é portuguesa (moi même), outra de Bilbao, outro de Valência, outro da Venezuela e outro de Arroyomoliños.

Mas para a supervisora não... logo se lembrou a criatura de passar ao pé dos novos e, de toda a variedade de comentários que poderia fazer, saiu-se com o "ó que giro, já temos mais um negrinho no grupo!" (ó senhora, caray!)

Ganhou uma poker face à la Lady Gaga, enfim.

No grupo ainda mais novo, temos um desgraçado, que alia o ser café com leite a ser português e a ter um nome começado por H, vogal que os espanhóis têm uma forma muito particular de pronunciar, geralmente lançando nuvens de cuspo em toda a volta.

Comentário da chefa: "ó que giro, vamos ter mais outro negrinho no grupo!"

Que foi consideravelmente melhorado pouco depois, quando os novinhos se meteram ao lado dos outros, e duas mini-caramelas se meteram entre mim e o S. (o gajo do lado esquerdo) e ganharam um "ó, ele é assim preto mas não morde!" o que fez a parva da mulher ganhar uma poker face à la Lady Gaga, mas no dia em que ela se virou para o outro lado e foi ao grego...

Com esta deixa, ensinei aos coleguinhas de habla española o significado da palavra "grunho", que eles muito apreciaram, para juntar a "agrião" e "fessureiras" (ok, eu uso a palavra fessureiras para descrever as gatas cá de casa!)

Ah e tal os espanhóis têm a Chueca e não lhes faz espéce ver gajos e gajas agarrados e aos melos, mas uma pessoa com um bocado de carapinha já é muita areia para conseguirem digerir e não conseguirem parar com as piadolas parvas.


Bónus da coisa: piadola da minha colega N., preta:
ela diz que, geneticamente, a raça tem uns níveis de glóbulos brancos mais altos, e o que é perfeitamente normal nela, numa pessoa branca é uma anemia "ai jazuz!".
Vai daí, quando estava grávida da filha, telefonam-lhe com muita urgência do centro de saúde "Ah e tal, tem de vir cá com urgência", "Mas porquê?", "Ah e tal, venha, venha, que tem de ser!".
Chega lá a rapariga, aflita e sem saber de nada, o médico olha para ela e comenta "Mas você é negra!". Tipo, "pois sou!". "Mas você chama-se N. ... coiso... dez!" (nome típicamente espanhol). "Então e queria que me chamasse o quê? Abubadubabu???"

(a sério, se apontam que a avó materna era bipolar e o pai borderline e diabético, por que carga de água não irão apontar um pormenor destes?)



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Agora é que era!

As coisas que se poderiam dizer do pacote do Passos Coelho!

Mas ninguém quer saber de desgraças, nem da vida íntima do Paulo Portas, sacana, vira-casacas (e não visita Caracas!, atentem), que ainda há uns tempos andava nos melos com o Diogo Implante e o Sócrates, e agora anda a lamber as botas (e sabe-se lá mais o quê, se calhar até lambe os pratos depois da sobremesa!) ao Coelhinho!


(deixem lá que os espanhóis, por cá, estão também a fazer por ela! E já levam avanço com o Froilán!)

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O mundo visto pelo mundo e o mundo visto pelos espanhóis.

Para o mundo inteiro, foi uma cagada de uma velha que deu cabo, permanentemente e de forma provavelmente irreversível, de uma obra de arte. Ainda por cima, uma obra de arte religiosa, que é coisa que pica algumas pessoas mais do que se fosse a fronha de um rei ou as mamocas de uma incógnita qualquer, coisa que há, também, à farta, no Prado.

Ok, bem vistas as coisas, o gajo que pintou isto, para nós, é só mais um espanhol, mas aqui eles têm a mania que até o Emplastro cá do sítio é melhor que os gajos todos do mundo só por ser espanhol, e mais ainda comparado com os portugueses.

Nos jornais espanhóis, e ainda há bocado deitei a unha a um, é que "houve a intervenção por parte de uma octogenária - que agora até anda com uns ataques de ansiedade por causa da perseguição, só é pena é não dar o mesmo ao Relvas - numa obra de, passo a citar "escasso valor", e que agita as redes sociais e se converteu numa notícia internacional"!

Não se preocupem, manolitos fofinhos, não é por causa da velha!

Nada que um Froilán, um Iñaki, um Rajoy ou um Juan Carlos não sejam capaz de tapar daqui a uns dias com uma parvoada valente!



sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sai uma dose de Carbonero para a mesa ali do fundo, ou provavelmente uma das últimas lascas antes de debandar da capital de nuetros hermanos.

Ora quando aqui os espanhóis não andam agarrados à barriga a rir por causa do nosso amigo Froilán e do seu tiro no pé, gostam de ver futebol.

Principalmente, porque a selecção espanhola dá muito que ver, e até aparece nuns quantos jogos.

Mais que isso, acham muita graça à animação que é quando se cruza a Sarita Carbonero, jornalista de futebol, com o Iker Casillas, Porteiro (aka guarda-redes) da selecção, conhecidos, nomeadamente, porque a moça teve a bela da ideia de perguntar ao rapaz, acabado de ganhar o campeonato do mundo de futebol, a quem ele dedicava a vitória, ao que ele respondeu (e muito bem!), que a dedicava à equipa, à família... e a ela, espetando-lhe com um belo de um chocho na boca, ao que a cachopa só consegue dizer "ay madre mía!" (awwwwwww!).

Mas mais que bom jornalismo futebolístico, a nossa Sarita é conhecida pelas gafes e, isso sim, é que enche o coração de nuestros hermanos! E as páginas do twiter!

Por isso, amiguinhos, não se preocupem com o curso, nem em queimar as pestanas, nem em serem profissionais no vosso trabalho: arranjem um chamego com um jogador da selecção, umas roupitas da moda, e um caderninho com as tiradas da Sarita, que isso é que o pessoal gosta!

Eis a mais recente, à saída do jogo de Portugal com a Espanha:

Sara Carbonero: ¿Te apetecería haber tirado algún penalti?
Iniesta: sí, de hecho he tirado el segundo.
Gracias Sara

(Gostarias de ter marcado algum penalti? Sim, por acaso marquei o segundo...)


(estes espanhóis são o máximo!)

Olha mais!


Sara algún cambio en el segundo tiempo? -Si, ahora corremos para el otro lado.

(Sara, alguma mudança na segunda parte? Sim, agora corremos para o outro lado.)

 Sara, ¿cuánto hay de descuento? - 50% en Bershka. 

(Sara, quanto há de desconto? - 50% na Bershka.)

Iniesta, ¿os gustaría haber jugado la semifinal? —Sara esto era la semifinal. 

(Iniesta, gostariam de ter jogado nas meias-finais? Sara, isto era a meia-final.)

Creo que la Eurocopa la gana Brasil. 

(Acho que o Campeonato europeu vai ser ganho pelo Brasil.)

Sara, ¿cómo ves lo de jugar sin 9? - Pues que dos contra once va a ser más complicado.

(Sara, como nos vês a jogar sem o 9? - Pois, dois contra onze vai ser mais complicado...)

Sara, ¿Que piensas de Del Bosque? —Yo soy mas de De Playa.

(Sara, o que pensas de Del Bosque? (o treinador da selecção espanhola) - Eu sou mais de praia.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Portugal vs Espanha. A badalhoqueira instalada.

Ou então, a nossa mente é muito perversa.

Para um espanhol, a esta coisa a que nós chamamos "fecho", eles dão a graça de "cremallera".


Logo, quando num site de trabalhos manuais espanhol, aparece o título "Broches con cremalleras", eles querem dizer, mais ou menos, uma coisa destas.


Conclusão: nós temos mesmo uma mente perversa, e os coitados dos espanhóis não têm culpa, nem mesmo o meu supervisor, a quem fiz a bondade de ensinar uns fod@***, c@r@***, e porra, e me sai com "esta porras no funciona!"... Dasse, pah, não há condições!

sábado, 19 de maio de 2012

Tenho cá uma sensação...


De que quando o Yanniiiii Jacóóócoiso compartilha com a actual respectiva que

“Quando estávamos no acto pensávamos em meninas” 

não está bem a pensar nas mesmas "meninas"...

 

Ó Luce, pah... essa boquinha, caray, é cada pedrada! 

  (bem vistas as coisas, esta poderá ser a explicação para as pobres crianças terem nome de dançarinas de cabaret...)

(é que quando estou aborrecida no trabalho, ao fim de semana, ponho-me a ver estas coisas...  http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/quando-estavamos-no-acto-pensavamos-em-meninas )