Mostrar mensagens com a etiqueta estes putos caray. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estes putos caray. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A justiça divina disfarçada de smartshop.

Sabem aqueles putos (adolescentes) idiotas que atentam contra a sanidade do mais comum dos mortais, são burros como a porta da igreja, armam-se em carapaus de corrida, acham que sabem tudo e mais alguma coisa e depois ainda vêm os paizinhos dar-lhes toda a razão que não têm, sabem?

Parece que se arranjou maneira de os gajos se exterminarem a eles próprios.

E nós lavamos daí as mãos, olarila!



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Coisas que faltam:

Desencantar o papel autocolante para forrar o armário da cozinha e as prateleiras, e um armáriozito vintage a cair aos bocados para restaurar e meter as mercearias.
Alguém viu aí um jeitoso no lixo, ou isso?
É que hoje está a ser um dia denso - acabei de ensinar um rapazeco a utilizar um telefone convencional...
"Já marquei o número. E agora, faço o quê? Levanto?"
(tipo, iep, o auscultador...)


Garanto que isto não é influência da mudança de década.

Mas o que é facto é que isto estava parado por estes lados.
Pelo menos uns 10 minutos!
Chiça, pah, que fartura!!


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Pronto!

E, de repente, a rua ficou em silêncio.

É certo que já não se podia com o raio das vuvuzelas, mas agora esta ausência de gritaria e de risadas e de bolas contra os muros soa vazia e pouco natural.

Queria Setembro já para a semana, que já tenho saudades do raio dos miúdos!!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Considerações pedagógicas

da parte de uma pedagoga que se auto-considera anti-pedagógica, nomeadamente por ser da opinião de que as disciplinas “Iniciação ao Sarcasmo” e “Humor Negro Avançado” fazem falta ao nosso currículo do 1º ciclo, quiçá antes, até.

Os miúdos andam esquisitos.

Os pais também.

E os professores também, há que ser frontal!

Esta semana, aqui na zona, um puto de 14 anos, aluno do 6º ano, suicidou-se num guarda-fato com um cachecol porque teve nega a Inglês e os pais lhe cortaram telemóvel, net e saídas à noite até ao final do ano lectivo. Daqui a 15 dias.

Culpa.

Responsabilidades.

São logo as palavras que saltam.

A culpa terá de ser de alguém.

O malvado professor de Inglês que ofereceu uma negativa?

Porquê? Se o miúdo não apresentava resultados, será justo dar-lhe uma nota só para passar, quando outros mostram algum esforço?

Os diabólicos pais que privaram o infeliz adolescente do telemóvel, da internet e das saídas à noite com os amigos?

Como seria possível sobreviver sem isso??

Será a sociedade que, cada vez mais, incita as pessoas que as coisas se conseguem sem esforço, e que por isso qualquer contrariedade deve causar desgosto?

A geração de onde venho, menos do que a anterior, sofreu contrariedades.

Trepávamos a árvores e caíamos. Era um risco, e nós – conscientemente ou não… - sabíamos disso. Podiamos partir a cabeça, um braço, uma perna, esfolar a coxa toda, mas aguentávamos as consequências dos nossos actos.

Nos dias de hoje, seria a autarquia, porque deveria ser obrigatório a árvore ter um sinal a indicar que subir era perigoso.

Havia o puto gordo, o dos óculos, o parvinho, a trinca-espinhas. Sobrevivemos.

Nos dias de hoje, são referenciados.

Quase todos sofrem de hiperactividade, quando na realidade têm actividades físicas a menos, carradas de açúcar no sangue e horas a mais dentro da escola porque os pais não os podem ter em casa.

Numa das minhas turmas há um puto – como muitos que já toda a gente conheceu – que passa a vida com a cabeça na lua. Mas apanha tudo. Esperto como uma raposa! Mas cheio de moleza… Numa conversa com a professora titular, um dia destes, a mesma diz que a criança está a ser avaliada por um especialista. O J. L. tem 7 anos. Em tom de brincadeira, teacher diz que J. L. deve ter apenas temperamento de artista. A professora I. olha para teacher com uma nítida expressão “teacher-precisa-também-de-aconselhamento-psiquiátrico”.

Noutra sala, a Professora M., preocupada, manda recado na caderneta à mãe do R. S., a informar que o menino não come ao almoço, e só quer lanchar o bolicao/kinder/chipicao que traz para o lanche.

A mãe do R. S., indignadíssima com o atrevimento da pessoa que acompanha o seu infante desde as 8. 30h da manhã até às 19h da noite, informa que o menino não gosta de carne, não gosta de peixe, não gosta de verduras, não gosta de massas, não gosta de arroz, não gosta de fruta e que a única coisa que come bem é o bolicao e o leite com chocolate.

Ponto final no assunto.

Este ano lectivo, surgiram na escola dois casos de Diabetes tipo 1.

Se calhar, devíamos afixar isto na porta.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Está calor.

Por estes lados, anda tudo aflito, e isso explica, em parte, o abandono a que este estabelecimento foi votado.
Ele é putos aflitos com as notas e o pormenor de não terem feito nenhum o ano inteiro, e agora andarem a fazer a teacher/professora/explicadora trabalhar horas extra, ele é os paizinhos dos ditos infantes aflitos com a porra da mancha no registo escolar familiar, e por isso, lá vai teacher/professora/explicadora dar mais ao litro, ele é teacher/professora/explicadora aflita com o calor e a falta de tempo, que ingere litradas de água em andamento, litradas essas que, obviamente, vão ter de sair, mas que demoram o seu tempo, ontem quase dava para trautear a 5ª Sinfonia toda enquanto falava para o meio das pernas e aquilo não queria nada comigo, continuava a correr alegre e insanamente como o Alqueva sem a barragem, ele é Professora Elisabete aflita a querer fechar a porta do Centro e a ter de esperar pela dita teacher/professora/explicadora, que continuava, ela própria, à espera que a enxurrada cessasse, ele é teacher/professora/explicadora que estava mesmo a ver é que ficava lá fechada de noite, mas ao menos tinha bolachinhas e pia, para dormir é que era, de facto, aflitivo, nem um tapetezinho se arranja, mas pronto.
E a modos que é isto.
Passa uma semana a correr!



sábado, 8 de maio de 2010

Ó teacher, tu és tão sinistra!

Teacher, Quarta-feira de manhã, pestana ainda mal aberta, e isto à custa da cafeína, é claro, o que faz com que, além da pessoa ter um ar meio zombie, parece também o Willie Wonka meio hiperactivo e cheio de genica: "Olha que giro, M., tenho um vestido igual ao teu!"
M.: "Ah, o meu é da Desigual!" (ie loja para putos betinhos cá da terrinha, que é quase tudo, incluindo os avecs que na France andam a lavar chão mas que aqui são os primos cheios do guito e da roupa de marca).
Teacher: "Ah... Ok!"
(Inner teacher: "Olha, o meu foi no chinês, sabes?")