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terça-feira, 23 de abril de 2019

Da Rúbrica "Marta, larga os mortos"!

Quando uma pessoa é freak da genealogia e vai muito bem a passear pelas ruas do Funchal, já um bocado arreada porque teve de subir uma colina até uma fortaleza com um caganico de 10 quilos ao colo, e depois descer, num dia assim a tender para o veranito, e dá com o portão para o que parece ser um jardim, e descobre que afinal é um jardim britânico com um cemitério britânico lá dentro, ganha energias renovadas e vai dar a volta àquilo tudo com a máquina fotográfica ligada.

Aviso: este post tem campas muháhahahahahah!

(e preciosidades históricas!)
































segunda-feira, 1 de abril de 2019

A Rua das Portas Pintadas, no Funchal.

Daquelas em que podemos andar para a frente e para trás as vezes que nos apetecer, em que podemos tirar fotos, ou trazer os postais para marcar os livros e enviar aos amigos.

Na Rua de Santa Maria (e mais umas quantas ali à beira), no Funchal.












(Dona Joana Rabo de Peixe, será?)


terça-feira, 26 de março de 2019

Deixei um pedaço do coração na Madeira.

É impossível andar pelas ruas do Funchal e não viajar no Tempo. Seria necessário bem mais que a meia dúzia de dias que lá estive para correr tudo à vontade, mas senti-me em casa assim que comecei a laurear a pevide pelas calçadas e pelas ruelas. E há muita ladeira para subir.

Não se consegue apontar o dedo ao que preferimos, se os parques, cheios de Primavera em flor, se as quintas, se as ruas características, se a pedra negra, as portas do tempo das Descobertas com que nos cruzamos em cada esquina, as flores, se a paisagem, se o mar, se o colorido de vozes e pessoas, já falei nas flores?

Voltei, mas com a sensação de que lá vou voltar...

(e vim de lá inspirada para escrever e para jardinar, com apontamentos na agenda e umas quantas sementes locais... Medo!)