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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Many years turning pollos, dia 1.

Dia -1. Chego a casa, depois do último dia de trabalho, depois de coordenar mais umas idas para a minha colega ter uns dias de férias, com um horário que faz com que passe mais tempo fora de casa do que com a pirolita, a pensar em mais uns dias em Lisboa a empacotar tralhas, vem o Puto com a novidade do "vamos mas é já amanhã para a terra". Amanhã, dia 1. Ok, vamos lá, fica já despachado e começo já as limpezas. Estou a tentar contactar a minha chefe, mas ela é uma moça ocupada, tive de lhe mandar mensagem, o resto do tempo estou a aspirar e a lavar paredes, a minha sorte é ter ali a sogrinha a cuidar da pequenota...

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dirty little secret.

Sou daquelas pessoas que gosta de olhar para palacetes e edifícios antigos e imaginar, sendo aquela coisa toda da je, em que sítio é que lhe metia a biblioteca.

Por isso, aquela miúda de franja com ar atronhado e sorriso parvo na cara, como quem está já a ver como é que vai encaixar as prateleiras entre as janelas e os livros nas prateleiras e umas imagens pré-rafaelitas nos pedaços de parede que sobrem e uma mesa para espalhar a tralha e uma chaise longue perto da janela que apanha o sol à tarde com uma mesinha de apoio ao lado para ter o caderno, o lápis, um livro ou dois ou dez e o chá e o bolo de côco que acabei de tirar do forno, a olhar para um prémio valmor, iep, sou eu...

(Estão a ver? Já estou a fazer o filme todo!)

Não posso ir confortavelmente a Sintra, claro...



sexta-feira, 12 de junho de 2015

Espalhem a palavra.

Quem acompanha a net ou, quando muito, as notícias da televisão, já deve ter dado com esta história.

Um casal à espera de gémeos, a Kim e o Fred, vem fazer uma lua de mel, antes da chegada da vida intensa prevista para depois do nascimento dos seus pimpolhos.

O médico deu o ok, lá os deve ter avisado para não tomar banho nas nossas praias por causa das bactérias (?? médicos americanos...), e eles lá vieram, todos contentes.

Os bebés estavam previstos para Agosto, e nasceram a 10 de Maio, um menino, Hudson, que faleceu poucos dias depois, e uma menina, Hayden, que tem sido uma guerreira e que acabou de celebrar 1 mês.

Como devem calcular, os pais estão atrapalhados.

Com as contas, é certo, porque os seguros não cobrem estas coisas, e em poucas companhias há aquela coisa de "abrir uma excepção" e facilitar a situação.  Era boa publicidade, mas quem sou eu para dizer, não sou marketeer.......

Com o lugar estranho, com a língua que não falam e com a distância da família e dos amigos que, por perto, tornam estas situações não tão difíceis.

Felizmente, estão em boas mãos: na MAC e, tenho a certeza, tudo vai correr pelo melhor.

Felizmente, estão num país onde as pessoas têm um coração do tamanho do Estádio da Luz (pelo menos!), e onde meia dúzia de caramelos se consegue mobilizar para organizar as coisas.

Já se conseguiram vários artigos para a bebé: ovo, roupinhas (mini, mini!), mantas, toalhas, botinhas, já se estão a organizar as refeições para os pais, repartindo entre todos, para não ser difícil, procura-se um pequeno apartamento na zona, não muito caro, para os pais poderem estar perto da bebé até esta poder ir para casa.

Falta muita coisa.

Falta tempo, e é preciso uma grande dose de energia positiva para que corra tudo muito bem, mas também somos um povo com uma serra da Estrela de esperança e, basicamente, optimista até ao final de um campeonato europeu..

Se puderem, acompanhem.

Se puderem, ajudem um bocadinho: dar a mão ao próximo, às vezes uma palavra compreensiva, não custa nada, e está no nosso coração.

Se puderem, espalhem a palavra.


Obrigada!

https://www.facebook.com/TwinsInPortugal?fref=ts



domingo, 26 de abril de 2015

25 de Abril, sempre.

Cá em casa, o 25 de Abril é dia de revolução.

Revolução da vida, que a nossa deu uma bela reviravolta num 25 de Abril, e cá estamos para ver no que vai dar.

Habitualmente, dia de bolo e jantar de família, este foi o primeiro em que não fomos dois, mas 3.


Quanto ao outro 25 de Abril, alguém que avise as p***s fascistas de que estamos num país de liberdade e direitos e rebéubéu pardais ao ninho, ok, parece que anda esquecido...

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

38 semanas e a contar.

Pois tenho andado uma baldas com o(s) blog(s), não tenho genica nenhuma para a blogosfera, estou naquela do "há já tanta porcaria por aí, que eu não ando aqui a fazer nada", mas o facto é que também não ando a fazer nada em mais nenhum sítio (só a crescer, evidentemente), e o farmville já me está a derreter os neurónios, pelo que vou mandar o raio da quinta ao ar, enquanto não chega o dia em que esteja a cavar numa quinta com as minhas árvores e os meus ESPARGOS!! e umas galinhas e umas cabrinhas, até porque se avizinha que, nos próximos tempos, os bocadinhos livres são para meter o sono em dia e mandar fotos de pais babados às avós e aos tios e aos"tios" emprestados....

Ora, resumindo esta coisa, assim numa de diário mensal (ganhei um nos meus anos, em Abril, para registar as maluqueiras todas, para depois a cachopa ver o que a casa gasta...), eis o que temos:

1º mês: não se dá por nada, é um facto, até ao dia em que, mais ou menos a fazer as contas, falta ali qualquer coisa, e as mamas ficam esquisitas. Quando bate, ficamos um bocado parvos, mas no bom sentido, do tipo sorrir para o nada, mesmo a passar por maluquinho dos carretos.

2º mês: estive com o turno da tarde lá no trabalho, o que quer dizer que era qualquer coisa das 14h às 23h, o que quer dizer que, em vez dos enjoos matinais, fui daquelas pessoas abençoadas com os enjoos ao final do dia, nomeadamente quando vinha a alta velocidade e aos solavancos no 36 para casa... Consegui não chamar o Gregório vez nenhuma, e muitas não têm a sorte de se poder gabar do mesmo. Nos entretantos, a minha sogra estava danada para ir visitar a família aos Estados Unidos, embicou que queria ir nos anos dela (em finais de Setembro...), nós estávamos para ir também, mas lá o marido arranjou uma desculpa mais ou menos convincente.
De referir que, de cada vez que a minha sogra me via, olhava para a barriga a ver se já lá estava alguma coisa (tipo, assim da noite para o dia) e perguntava quase sempre quando é que vinha aí um neto ou neta, e esta passou-lhe mesmo ao lado.....

3º mês: Lá contámos a novidade à família e no trabalho, 2 dias antes do prazo previsto, porque fui misteriosamente atacada por uma borbulhagem qualquer e tive de ir ao hospital levar uma injecção. No trabalho teve de ser, porque já se começava a notar a pancinha, e umas colegas (as tias adoptivas) já estavam assim a olhar-me de esguelha e a oferecerem-se para fazer coisas mais pesadas... Fica a simpática atitude da supervisora de serviço, que ainda me perguntou, apesar de eu já estar toda vermelha das borbulhas na cara, se eu não queria antes terminar o meu turno e ir depois às urgências...

4º mês: É daquelas fases em que a médica nos dá um caixote de vitaminas para tomar, nos manda fazer uma montanha de análises, lá passa uns comprimidos miraculosos para o enjoo, que também podemos dar aos cães, quando fazemos viagens longas, temos as tias a tentar adivinhar que aquelas duas bolinhas na ecografia são os testículos a descer, ainda conseguimos ir a um concerto dos Silence 4 (o primeiro a 3), ainda não nos arrastamos e podemos fazer caminhadas como antes, e em que a médica se passa porque temos gatas e eu não tenho nenhuma intenção de me "livrar" delas, apenas controlar os pêlos e os saltos nos lugares onde está a piolha indefesa (sim, porque estas gatas são doidas, eu já as conheço, além de que a destreza felina e o discernimento são ZERO, e isso inclui janelas só com uma greta aberta porque uma delas pode saltar à maluca, e velas apagadas porque a outra, mais felpuda, dá saltos suicidas para cima e chamusca o pêlo), além de que estamos a engordar 1,5 kg por mês, o que vai estoirar lá com a tabelinha irreal dos 10 quilos ao final da gravidez.
A médica veio com a história do "ah e tal vai fazer a  amniocentese, não vai?" e mete lá um ok (já estou nos 37), mas não explica à mãe de primeira viagem como é que, em termos práticos, a coisa funciona, o que lhe dá mais uma bruta camadona de ansiedade e pelo que a mãe vai ver à net - GRANDE ERRO!!! - e depois esclarece-se com a médica que iria fazer o exame. De forma simples e descomplicada, informa: se o bebé tiver alguma coisa incompatível com a vida, o organismo elimina-o (dasse!! estes médicos!), se for compatível com a vida, vocês decidem se querem continuar com a gravidez ou não. Obviamente, mandámos a amniocentese dar uma volta ao bilhar grande, voltei a conseguir dormir descansada e tive a confirmação de que esta gente é toda doida, falar numa coisa destas a pais que, desde que sabem que a coisita pequena lá está, tem vida e vai ser uma pessoa, nós só cá estamos para ajudar o melhor que pudermos.

5º mês: Já sabemos que é uma piolha, afinal as bolinhas não eram os testículos a descer, eram os ovários a ir lá para o sítio deles. É o delírio lá em casa: do lado dos meus sogros, há 2 filhos rapazes e um neto rapaz, do meu lado está mais equilibrado, mas já se sabe que estas avós são uma malucas pelas netinhas fofinhas com uma data de mariquices cor de rosa, e o meu irmão mais novo ajuda à festa. 
Já consigo sentir as primeiras mexidelas, o que é uma coisa assim do outro mundo. Ok, parecem gases, se não soubermos o que é, mas a coisita pequena cada vez se torna mais gente, já não está escondida dentro da barriga.
A pérola deste mês da médica foi "não toque na barriga, porque pode provocar contracções", o que é coisa para deixar uma mãe de primeira viagem nos píncaros da ansiedade até à consulta do próximo mês...

6º mês: Lá escolhemos o nome, lá continuamos a aproveitar para passear enquanto não rebolo, já tenho de arranjar roupa de mamã e arrumar as t-shirts que não sei quando me hão-de servir outra vez. A cachopa cá está feita peixinha no seu saco amniótico, a dar umas patadas e a cravar peças em sítios estratégicos, como aquele músculo aqui do lado direito, impossibilitando a mãe de rir, respirar à vontadex e de se mexer como as pessoas normais.

7º mês: A mamã de primeira viagem é apresentada à dor ciática e fica meio entrevada durante umas semanas, além de manifestar uma certa dificuldade durante a noite no passar da posição decúbito lateral esquerdo para outro decúbito lateral qualquer porque já estou farta de estar virada para este lado. Nesta altura, muitas outras mães informam (só agora, caray!!) que padeceram do mesmo, mas foi coisa que durou um mês, pelo que não deve ter sido uma ciática lá muito convincente, mas o facto é que as ancas desencaixaram-se e fiquei com um andar novo, salvo seja...

8º mês: Por esta altura, já está quase tudo mais ou menos alinhavado: já temos na casa da minha sogra o berço de uma prima, que já passou por mais não sei quantos bebés e vai passar por este também, ganhei a apetência por tirar fotos com abóboras, o assunto carrinho/ovo/alcofa está resolvido, bem como roupinhas para os próximos meses, mantas oferecidas e feitas por avós e amigas,  lençóis, coisas com gatinhos, lençóis, enfeites, botinhas, babetes, tudo enfeitado com felinos, coisas cor de rosinha e etcéteras. Comprei para aí uns 3 babygrows com animais, e uns babetes muito giros com os dias da semana e um animal em cada um. E livros de histórias...
Basicamente, desvairei-me na C e A, na H e M, na Modalfa, na Primark e numa lojinha lá em Torres Vedras que dá vontade de trazer TODA!! para casa. 
E hoje vi num blog um macacão de ganga de uma marca xpto igual ao que estava na Modalfa... mas 3 vezes!! mais caro...
Ainda não sei a diferença entre um babygrow para usar de dia e um de pijama, mas a piolha vai andar quentinha, prática e confortável (além de bastante maricas, graças às avós e às tias). Tenho ordens para não deixar a miúda sair do hospital sem levar na cabeça a fita oferecida pela prima L., mesmo que não tenha cabelo nenhum...

9º mês: Obrigaram-me a vir para casa. Não que não gostem de mim lá no trabalho, ou que já não estivessem a olhar com deleite a perspectiva de um parto no call center (descansem, temos pelo menos dois médicos e uma enfermeira de serviço!), mas porque a pessoa tem de descansar antes da criança nascer, já que depois tem de estar a 100% para a meia leca. Ainda apanhei um dia de greve de metro, o que quer dizer quase duas horas em pé ou encostada ao lancil (sim, há paragens sem bancos!) à espera de um autocarro que não parou, e eventual desistência, mas já me consegui habituar a fazer as coisas com mais calma e a meter o sono em dia.
A mala já está pronta, já foi vista e revista, já fomos conhecer a maternidade, já andamos nas andanças de "ctg's" e "toques", já fiz bolos porque é o que faço quando me aborreço em casa, já fiz o bolo de despedida e fui ter com os colegas do trabalho, já tirei fotos para o outro blog, agora é só esperar a data surpresa...
(só nervos, caray! hoje vou enfardar um cachorro cheio de ketchup, que é para me distrair!)

E também ajuda actualizar os blogs!


quinta-feira, 5 de junho de 2014

As prioridades e outras cenas de grávidas.

Andar com uma coisita que parece uma melancia à frente de nós é giro.

A partir de uma certa altura mexe-se e dá pontapés, o que nos dá a sensação de que não estamos sozinhos no autocarro ou no meio do dia de trabalho, mas que, muitas vezes, também nos faz passar por maluquinhos da cabeça.

Nada de novo neste campo, portanto...

Ora uma mamã que anda com este apêndice agarrado não tem a vida tão facilitada como as que já têm o apêndice cá fora. Não posso propriamente dizer à minha mãe ou à minha sogra "Olhem, segurem-me aqui a coisinha fofa que eu vou ali ao Pingo Doce num instantinho".

E não estamos a falar daqueles dias em que temos de ir à loja do cidadão e pedimos o sobrinho/vizinho/um miúdo qualquer mesmo que tenha uma cor diferente da nossa e a gente não conheça propriamente a mãe dele para poder tirar a senha de prioridade, ou em que metemos um balão dentro da camisola para passar à frente das velhas jarretas na fila do supermercado.

Ora andar com a melancia por todo o lado dá para testar também as reacções das outras pessoas, que variam entre o "somos mesmo educados de verdade" e o "heducaxão? o ke é izzo? eu xou copywráiter da olá, não prexizo dizzo".

Do género estar na fila do Pingo Doce do Campo Pequeno, sossegada da vida, a olhar para o pão caseiro e a pensar já em chegar a casa e em besuntá-lo todo com manteiga dos Açores (ok, a bacia ajeitou-se por volta da 16ª semana ou isso , e as minhas calças de antes já não apertam na barriga (dah, marta!), mas até estou mais ou menos na mesma, isto é tudo só barriga, não tem nada a ver com o pão com manteiga!), e aparece lá não sei de onde um rapaz de farda que me vem dizer "a menina quer passar antes para a frente?" (era só a moça com um monte de alfaces e outra senhora com meia dúzia de coisas, não valia a pena, era um instantinho), e e depois estar a fila da H e M do Chiado, estar uma moça com umas 20 peças à frente e a menina da caixa vira-se para mim (com 2 peças, uns shorts pré-mamã e um vestido mimimi de prenda para uma sobrinha) e diz "Olhe, isto vai demorar, é melhor passar para outra caixa (tipo, noutro andar)"...

No autocarro, é a mesma coisa: passamos (sim, agora tenho uma boa desculpa para falar no plural, isto já não é conversar com as pessoazitas que vivem na minha cabeça, é conversar com a meloazinha que está na barriga, é terapêutico e a médica incentiva!), então passamos pelos lugares prioritários e estão todos ocupados, seja por idosos ou por jovens, senhoras ou senhores, e ninguém vê a grávida, mesmo que seja no dia em que o autocarro está cheio em dia de jogo do Benfica em Turim e eu tenha uma colega ao lado a dizer a cada minuto "mas estás bem? e não te queres sentar? olha tu vê lá, se estiveres cansada, tens de te sentar!), e depois um bocado mais à frente apanhas com duas miúdas adolescentes que se agarram literalmente a ti e te arrastam para o lugar delas "ah, não, está grávida, TEM de se sentar aqui!"

(mas também já apanhei com senhores educados, não aceitam um "deixe estar, não se incomode" como resposta, respondem com um "saio já na próxima" e não, saem é daí a 3 ou 4 paragens...)


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Constatação do dia:

A minha História Concisa de Portugal data de Outubro de 95. 

Na altura, a Marta tinha juízo.

Voltei a ter juízo e, pelos vistos, o livro achou que eu merecia e voltou a cair-me em cima.



quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Ó pessoal que andais a laurear a pevide, onde estais?

Em Vila Viçosa!

Junto ao Palácio Ducal.


No Castelo.


Habemos fosso! Mas sem crocodilos ou lontras...


A vista do castelo.


Pelas ruas.


Um dos lugares onde viveu a Florbela Espanca. Não vimos as ossadas, como o rapaz do Turismo garantiu que já lá teve!


Xanã, olha a ponte levadiça!


quarta-feira, 10 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Os inquilinos cá do canteiro.

Pois eis que chegamos ao nosso canteiro da casa da árvore, e já não há ovinhos: há pombinhos!

Ó pra eles aqui todos lampeiros (e friorentos, coitadinhos...)!

Tirámos muitas fotos, parecíamos uns paparazzi, parece que é normal os inquilinos rapazes, ao sair, não terem a obrigação de deixar a casa limpa, como a encontraram ao entrar, grrrr, há para lá uma mancha amarela numa parede, de onde estava um sofá-cama, e outra noutra parede do cão se encostar, mas nada que um bocado de sonasol não resolva, e estou a prever uma grande diversão na semana em que lá vou estar só com as gatas a transformar um espaço quase vazio e umas paredes brancas num lar, daqueles onde a gente se sente feliz de voltar depois de um dia de trabalho, onde se pode beber um chá com os amigos ou convidar a família para almoçar ao Domingo.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

November #20: work/play.

Cá a profissão de sonho da menina é trabalhar numa Livraria.

Não é o caso, de momento.

Nos entretantos, vou tentando juntar uns troquitos, fazendo planos e pesquisas, e sonhando com uma livrariazita pequena na minha praia, onde vou passar o dia entretida a vender (alguns) livros, a ler o stock de fio a pavio, a conversar com as pessoas, a coleccionar e escrever histórias, a fazer workshops de plantas medicinais ou de doces tradicionais, organizar passeios pedestres e de btt (tenho de pensar nos sócios, claro!) e a servir chávenas de café, chá e chocolate quente, e uns biscoitos caseiros, nos dias enevoados.

A livraria terá um (ou mais) gatos, excertos de histórias por todo o lado, e os dias terminam com um passeio com vista para o mar até casa.




segunda-feira, 5 de novembro de 2012

quarta-feira, 31 de outubro de 2012