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quarta-feira, 4 de março de 2015

E eu pergunto-me: o que é que fiz mal aqui?

Ou podia-se subtitular "american way of seeing foreign (european) things":

Junto o facto da sogrinha vir cá a casa para o chá com as ganas de experimentar a receita de tarte de amêndoa, já que as desgraçadas têm a mania de me escapar das mãos de forma bastante atrevida, sendo que eu ainda sou uma pessoa traumatizada com uma tarte de amêndoa fantástica na mesa do segundo dia do casamento de uns amigos, há uns quantos anos atrás, e que foi traiçoeiramente rapinada por uma velha que, aposto, ainda há 5 minutos se havia de estar a queixar das úrsulas e dos diabretes e do castrol à velha do lado dela. E então se era uma fatia gigantesca!! Dava para alimentar 5 velhas com diabetes!

Adiante, que traumas não pagam dívidas.

Ora lá fiz a receita, tirei as fotos da praxe, e vai de meter no facebook.

Mamãe e a minha tia dos Estados Unidos, outra viciada em tartes de amêndoa, e mais umas tias e amigas e amigos, comentam, o ai e tal que bom aspecto, ai e tal que já comia, ai e tal qual é a receita. 

O normal, portanto.

Vai daí, a meio da noite, uma moça conhecida da net, cozinheira também, mas americana, pergunta, singelamente:

"Crickets?"

Tipo, grilos?

Será que "crickets" é uma expressão tipicamente americana para palitos de amêndoa caramelizados que me passou ao lado a vida toda?

Ou será que um americano comum acha que o português comum, já que é apreciador de caracóis e camarões, também devora outras espécies crocantes?

Bem, lá esclareci a moça que não, é mesmo amêndoa, estou à espera que se saia com o "ó pá, és mesmo totó, a gente chama isso à amêndoa, por aqui".

Mas não ia achar estranho que acreditassem mesmo ser grilos.

Quando vieram os primos dos Estados Unidos, num Verão, uma das primas estava grávida e vinha com instruções do médico para não se meter na água do mar porque podia apanhar "bactérias".

Passou cá um mês, esteve nas Berlengas e só molhou os pés...


(ora vede lá se isto tem aspecto de grilinhos! Será que o americano comum alguma vez viu um grilo além daquele da Disney?)




segunda-feira, 2 de março de 2015

Coisas com as quais e não atino #35738674587

A culinária norte americana.

Galinha frita. Panada com uma massa e frita, geralmente servida com molho e batatas fritas, porque ainda não entope suficientemente as artérias.

Bolos ou sobremesas com manteiga de amendoim, massa de bolacha, brownie, red velvet, panquecas, waffles, TUDO JUNTO!!

Mars panado com massa E frito. O mars, sozinho, já é uma bomba calórica. Frito em óleo é motivo para ligar para o 112 por ameaça de avc.

Começarem as receitas com "pegue num pacote de mistura de bolo de...", em vez de " bata 4 gemas com 1 chávena de açúcar "

Bolos de caneca no micro-ondas que insistem em desbardalharem-se todos por fora e emporcalhar o nosso micro-ondas, mesmo que se sigam MILIMETRICAMENTE as instruções de um VÍDEO!...


sábado, 27 de dezembro de 2014

Labuta familiar na cozinha em véspera de Natal

Nesta casa, mete-se toda a gente na cozinha:

Quem cozinha os doces, habitualmente as mulheres, e desta vez eu e a minha sogra.

Na casa dos meus avós, acrescenta-se a minha avó, Dona Maria Amélia, basicamente, inventora, a minha mãe, doceira excepcional que faz tudo a olho, às vezes a Maria Rosa, a minha tia-avó, que vem de passagem depois de andar a laurear a pevide na "vila" (é cidade desde 79, mas ainda chamamos "vila" ao centro da terreola...), a minha tia dos Estados Unidos a telefonar e a marcar também presença, com sorte a minha prima Rita, que agora vive em Leiria.

Os homens da casa também participam: o Puto, perfeitamente capacitado para as lides culinárias, e o meu avô, homem simples do campo, educado daquela maneira que diz que o lugar das mulheres é na cozinha e homem não entra, mas que sabe potes de agricultura, de conhecimentos da terra e que me ensinou uns valiosos truques, lá está, culinários, e bastante antigos. O meu avô, supostamente, está na sala, longe da azáfama, mas adivinha quando as primeiras filhoses estão a sair do açúcar e da canela, ainda a ferver, e sabe que é altura de as vir provar.

O meu padrasto, transmontano de gema, trata do almoço típico do dia de Natal, que junta a família toda à mesa.

Este ano, a nova pequena aquisição familiar também marcou presença na cozinha. Aliás, ela adora os barulhos da cozinha, levo-a para lá muitas vezes.

No seu primeiro Natal, a minha mãe já lhe forneceu o seu primeiro avental. Daqui a nada já nos ajuda a amassar e fazer as broas saloias.

(as receitas natalícias deste ano estão ali no blog ao lado: filhoses, torta de laranja e arroz doce, claro!)


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

39 semanas e está-se bem é no ninho!

Pois a miúda ainda não se decidiu, quer continuar a fazer a pança crescer.

O chato da coisa é que a mãe já vai nos 66 kgs.... Ai Jazus!


Gato ao sol, a espreitar a vizinhança.


Gato a dormir a sesta ao solinho da tarde.


Gato fica cheio de calor e vai dormir o resto da sesta no tapete, à sombrinha, juntamente com a outra bufa.


E é o que se faz.
Já cumpri com quase todos os pontos da minha "lista de coisas a despachar antes da chegada da piolha, porque depois não tenho tempo para isso",  arrumei as receitas, estou indecisa entre fazer arroz doce ou bolo de noz, mas não quero fazer os dois, porque depois o marido ainda me acha uma lontra...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Lógica, falta dela, A vida dá voltas, Ainda dou uma pantufada a alguém, Estou que nem posso, chamem o que quiserem a esta posta!

Ok, estive um mês inteiro sem ganas de vir actualizar o blog.

Olhava para isto e pensava "Não tenho pachorra!"

Olho para o meu trabalho e vejo que, sim, sou uma sortuda porque tenho emprego, que se faz bem e não dá chatices mas, bem vistas as coisas, estou a aturar gente que não sabe trabalhar, gente que sobe na horizontal e chateia os cornos aos colegas, gente que não se sabe organizar e chateia os cornos aos colegas, gente que "cai bem" com os supervisores e depois vem chatear os cornos aos colegas, que não têm pachorra nem personalidade para "dar graxa" só porque sim, com folgas que não lembram nem ao capeta e fins de semana de meia dose.

Saio mais tarde, corto nas pausas, vou almoçar a horas estúpidas, tento desdobrar-me em três ou quatro, e tratam-me como se, sim, fosse esse o meu dever, quando, na realidade, o meu dever é trabalhar bem, o que faço, e sair a horas decentes.

Uma das colegas/companheira/outra doida, fartou-se, não os quis aturar, encontrou uma coisa melhor, e saiu. A pseudo-supervisora, que antes implicava com esta colega, implica agora comigo... Implicar com o Cromagnon que, esse sim, da azo a reclamações? Ná! Implicar com a Lassie, amiga do(s) peito(s) da Pitazita, que mete os pés pelas mãos, que escreve coisas como "Opel Corça" no processo e deu (deram as duas) reclamação porque deixou apeada na auto-estrada e esposa de um amigo do Director, sozinha e de noite? Ná....

Há dias em que me apetece largar a porcaria do telefone e vir apanhar ar, porque estou farta de ter de dar ao litro quando a colega do lado está com o telefone desligado "porque tem de fazer coisas importantes".

Venho para casa chateada, acordo a meio da noite a pensar nas situações, vou para o trabalho desmotivada...

Resumindo, ando chateada com estes idiotas, e isso reflecte-se nas outras coisas: não tenho pachorra para as coisas que gosto de fazer, quando devia acontecer exactamente o contrário, e ter vontade de as fazer para me esquecer destes gajos.

A chatice foi que comecei nesta função com colegas impecáveis, doidos e muito profissionais, e uma Supervisora que era do melhor: justa, imparcial, um capitão de navio.

Logo, chego aqui e comparo com a equipa-maravilha e estes são obviamente medíocres...

Ontem foi um dia bom. Está bem, foi folga...

Limpei e arrumei a casa toda.

Arejei os quartos e os armários, organizei o crochet do meu cesto, espreitei os livros de receitas, fiz o jantar para o meu Puto, enfeitei a mesa de Samhain, fiz Doce de Tomate para oferecer às mães e à amiga que vem cá hoje jantar, fiz tarte de maçã só porque sim, porque éramos só os dois, hoje é que temos o jantar de início do ano celta, mas ontem foi a despedida do anterior e nós merecíamos!

É tempo de deitar fora o que não faz falta, de arrumar as prateleiras da minha cabeça, de arejar os cantinhos do meu cérebro.

O que é que quero fazer?

Aquele trabalho, bem vistas as coisas, não tem futuro. Pode ter, mas pode não ter.

Tenho colegas que "cairam mal" e estão como operadores há 12 anos. Tenho colegas que "cairam bem" e ao fim de uns meses estão com um horário das 9h às 18h com folga ao fim de semana. Eu não vou cair bem porque não dou graxa a ninguém. Dei bolachas de canela ao Director, é certo, mas foi de boa vontade, não foi para subir. Para ele, sou só ali um número com uns headsets na cabeça.

E não é o que quero.

Quero ter uma vida calma, útil, sem aturar gente com problemas na cabeça, fazer doces e mantas para os meus amigos, ler e escrever histórias interessantes, dedicar-me à minha família, quem sabe trabalhar para ter uma quinta, ou uma livraria lá na aldeia ao pé do mar, onde podemos dar passeios com o cheiro da maresia todos os dias, sem levar com as greves do metro e as correrias de gente insensível e mais preocupada com o seu próprio umbigo do que com a harmonia dos universo!

Nos entretantos, welcome to my new life: amanhã entro e saio a horas (duh, há menos gente e o ambiente é mais calmo E não está lá a supervisão, o que quer dizer que a pitazita não vai estar tão concentrada em chatear o juízo às pessoas porque está no facebook), hoje vamos cá ter os amigos para uma reunião de bom início de ano celta, cheia de boas vibrações e planos luminosos de futuro e inspirações, vou caminhar até ao jardim só porque sim, porque é Outono e as árvores estão lindas, vou meter o crochet em dia e vou-me enfiar na cozinha a fazer coisas boas!

(Já estive em amena cavaqueira com mamãe, que também vai fazer broas na casa dos meus avós, e que agora, em vez de ir ver as revistas do chefe Silva, como fazia antes, vai ver à internet! Além de que o meu avô, que foi criado na maneira do "homem não entra na cozinha" mas que antes o fazia para vir roubar broas e filhoses, lhe está para lá a dar as instruções, e não a minha avó. Isto quando a gente acha que já viu tudo... surpreende-se e acorda para a vida!)




domingo, 19 de maio de 2013

Et voilá! Gerberas em todo o lado!

O bolo com a cobertura de iogurte.


Cá em casa funciono como provador oficial. Ou lambona oficial. Uma delas.


Ó pra elas tão janotas nas jarrinhas do Ikea ao preço da uva mijona!


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Moral da história: quem é que raio percebe os gajos?

Entra pela cozinha o colega do Puto, o tal que desdenhou da sopinha tuga e da chouriça e do camembert, cheira a sopinha, espreita a sopinha no tacho, um caldinho de cenoura daqueles à maneira de mamãe, com pedaços de alho francês a boiar, bem cozidinhos, dos que se derretem na boca, e sai-se, afinal, com um:

"Ah e tal, tem boa pinta, a sopa!"

Ou seja, juntou-se a nós, comeu a sopa, a chouriça, o paté de atum, o camembert... e até gostou.

Pimbas!




Como arranjar uma inimiga em casa. Lição número 1.

O colega do Puto, coitadinho, não deve saber cozinhar, ou então é dependente dos cozinhados da sua respectiva. 

Chegámos hoje a essa conclusão, eu e o Puto, e decidimos, bons companheiros de apartamento que somos, partilhar da nossa refeição no jantar de hoje.

Ora estava aqui esta que vos escreve a começar a preparar uma sopinha para o jantar, passa o rapaz, e a menina oferece do jantar comunitário.

"Ah e tal, sopa não, prefiro algo mais sólido!"

Volto a repetir, para o caso de não terem percebido bem:

SÓLIDO!!

Ora tendo em conta que, na Segunda o moço comeu cereais, e ontem marchou uma sandes, ou ele deve achar que "sopa" em Português, quer dizer "água", ou tem má experiência com sopas!

Sólido, caray??

Daqui a bocado já te cheira à sopinha e sempre quero ver o que é que dizes!!

Com tostas, paté de atum, camembert e rodelinhas de chouriça, e é pouco sólido???

E espero que já lhe estejam a cheirar os scones que acabei de tirar do forno!

(Estou possessa, caray!!)



quarta-feira, 6 de março de 2013

Não sei se é um elogio ou nem por isso.

Na maioria das vezes, cozinho sem receita.

Às vezes, já sei a receita de cor, e não preciso.

Outras vezes, vou inventando.

Mesmo quando sigo uma receita, não a sigo completamente. Vou inventando coisas pelo meio. 

Ou seja, muito provavelmente, meto queijo.

Quase sempre, esqueço-me de tirar a foto da coisa cozinhada.

Por isso, quando me decido a experimentar uma receita nova, seguindo tudo o que lá vem, só pela loucura do "ah e tal é uma receita deste livro de tapas e queria que saísse mesmo como aqui vem, como é suposto ser na realidade", quando realmente o faço e aquilo sai "realmente como é suposto ser na realidade", não sei se o espanto do Puto cá de casa com o facto é algo positivo... ou nem por isso.

Tipo, já queimei coisas e rebentei ovos no micro-ondas (foi há muito tempo atrás!), mas não sou nenhuma cientista experimental da cozinha!


"Ah e tal, é que costumas fazer os pratos sem olhar para as receitas."

Como é que uma gaja interpreta isto, digam-me...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Levanta-te e anda, versão salsa.

O Português comum vem de lá da sua aldeia (mal) habituado: precisa de salsa, é só dar um saltinho ao quintal, ou meter a conversa em dia com a vizinha, ou pedir na praça um bocadinho e dão-lhe um molho de salsa que dá para alimentar o batalhão 463 Angola 69 por uma semana.

Em Madrid?

Ora bem, para já, é mesmo necessário sair de casa: aqui não há quintal, nem nosso, nem dos vizinhos.

Temos um viveiro aqui ao pé, e vendem salsa em vasinhos. Menos mal, está viva, por uns dias.

Depois temos várias frutarias e o supermercado que, sim senhor, até vendem, atentem, VENDEM!! a salsa carota, e toda murcha, mesmo aquela salsa que a senhora da praça metia para o lado para dar aos porcos, porque teria vergonha de dar a um freguês, quanto mais vender!

Ora o que é que se pode fazer quando a receita leva salsa e só temos desta?

Mete-se em água, e não é que a sacana arrebita!

Está ali mais viva que ontem!!



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Eishhhhhh... má pontaria, caraças!

Nós, cá por casa, gostamos de variação, mas anda tudo mais à volta dos vegetais e do peixinho.

Ontem, como me lembrei assim de estar com uma pázada de sono em cima, o Puto foi tratar do jantar.

Então, hoje, e como até estava para aí virada, apeteceu-me fazer-lhe um miminho: coelho à la Dona Amélia (senhora minha avó), coisa que é raro fazermos cá por casa, nem sei porquê (ah, espera, é porque eu acho que aquilo só fica mesmo mesmo bem com batata frita e o Puto acha que batata frita é coisa pouco saudável...).

Ora a menina do blog saiu do trabalho mais cedo que o Puto, passou pelo supermercado, meteu o coelhinho a marinar com os temperos e o vinho tinto (espanhol, oferta das primas R. e J., que vieram conhecer Madrid na semana passada) e, na hora certa, meteu a cozinhar a preceito.

Nos entretantos, chega o Puto a casa e são feitas as preguntas da praxe: como é que correu o dia, como é que foi o trabalho, correu tudo bem, divertiste-te,... o que é que almoçaste?

Resposta do Puto: "Olha, hoje, comi coelho, porque é raro servirem isso no refeitório, então aproveitei!"

Uáttttt???

Olha, moço, gramaste ao almoço e ao jantar, que era o que estava no tacho.

Pronto, gramou ele e o sevilhano, que deu pelo cheiro assim que chegou a casa e mandou logo a dieta às de vila-diogo!

Sempre era o coelho guisado à la Maria Amélia, há que ver...



segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ainda não foi desta que rebentei com a cozinha, e não ia ser uma coisa dessas a perturbar o (s) sono (s) de uma das felinas cá de casa.

Esta bicha tem as formas mais caricatas e inusitadas de meter o sono em dia.

Atentem: dormir com a língua de fora. (vale a pena mencionar a posição macaca?)


"Espera aí que daqui a bocado já acordo e então é que vais ve...rrrrrrróóóóóóóó..."


Super atenta, a gata braço-direito da cientista amadora, a dar apoio moral...


Et voilá: Suprêmes de Volaille a Brun!
(aka peitos de frango com molho de... adivinhem... manteiga!)


E Tarte Genoise para sobremesa, forradinha com doce de frutos silvestres e acompanhada de yolado de frutos silvestres!


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Hollandaise Sauce da Julia Child.


Fácil de fazer, fácil de comer. Cremoso e Yum!!

Como dizia a Julia, "With enough butter, anything is good!"

(Também dizia "I think every woman should have a blowtorch", mas isso já é outra história...)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quem é que não tem mais nada que fazer que inventar mais coisas que fazer?

Ora vamos cá celebrar o centenário da Juliazita e usar isso como desculpa para experiências científicas na cozinha cá de casa!

(excepto a lagosta... simplesmente recuso-me a espetar com a naifa na cabeça da bichinha...)



fofinha, fofinha...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Últimos cartuchos:

Pois cá nos vamos para a Tugalândia, a poucos dias "daquela" data, e aqui vos deixo com uns piquenos istantâneos do dia-a-dia, que sei lá quando é que apanho net outra vez!

Eis uma imagem de sôdona Zozas Francisca e das rãs, assim que chego a casa e as ponho para o lado. Sim, ela roça-se, como se fossem o anel do Frodo... "my precious......."


Nesta imagem, Zozas Francisca a querer ajudar no que quer que esteja a ser feito em cima da secretária. Isto é, a meter os seu bigodes fofinhos no que não é da sua conta...


"Tás a fazer, mãe??? Posso ver??? Posso ver de muito perto???"


"Que é aquilo? Fitinhas?"


Os brindes para os catraios...


Este é um dos motivos porque lá no trabalho acham que levo os "bizcochos de miau", e não os "bizcochos de miel"...


Salmorejo fresquinho para o jantar, com tomates vindos da zona saloia!


Chanã!! Salmorejo "E viva Portugal, caray!"


terça-feira, 19 de junho de 2012

Tarde farrusca em Madrid?

Faço experiências com biscoitos para o meu Puto!

Biscoitos de Mel e Biscoitos de Chocolate!

(E à conta daquela geringonça de raspador que a Maf me ofereceu e que veio na bagagem, meto raspa de limão em quase tudo! Fica mesmo bom com o chocolate!)


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Lascas.

Para celebrar o dia da espiga cá em casa, e também para estar entretida na folga e usar a cozinha como laboratório do Dr Frank Stein... fiz pão!! (é que o pão espanhol é uma porcaria, anda uma pessoa para aqui a contar os dias para ir a Portugal e poder comer pão caseiro, caray!)

Está bommmmmm!!

(já mandei foto ao Puto eheheh!)


Ontem, aproveitámos que eu tinha feito uma noitada de sair às 11h da noite junta com um dia a seguir a entrar às 7h da matina para ir ao cinema ver o Dark Shadows! E decidi que tenho de mandar o meu currículo ao sr Burton, que os filmes não estão nada maus, mas precisam ali de uma estaleca qualquer que tem mais a ver com ideias giras do que com decotes e mamas grandes a saltar de fora...

De referir que cheguei a casa as 4h da tarde cheia de vontade de comer salada de feijão vermelho só com ovo e azeite (foi o que fiz, claro...), e que logo a seguir fui apanhar os ares para Fuencarral com a gaja fáshión de Buarcos para irmos enfardar rosquilhas (dónuts...) e áicéd cófe (café com geloooooo) e ainda estavam a dar pipocas no Callao, foi um fartote, ainda bem que não me fez gases no cinema, que estavam desgraçados! 



Só ainda não tinha bem mencionado (mas já devem ter percebido, acho...) que sobrevivi inteira à viagem de autocarro até à Tugalândia: 7 horas num autocarro cheio de gente e sem ar condicionado, tivemos de sair à rua às 3h da manhã para respirar, dormi 3 horas, mas não seguidas, é óbvio, chegados a Lisboa, lá apanhei um 50 até ao Campo Grande (e voltei a lembrar-me porque é que os autocarros de Lisboa traumatizam as pessoas...), para chegar lá e descobrir que o primeiro autocarro para Torres seria daí a... duas horas, enquanto olhava em volta, ainda estava escuro, só avistava carochos e bêbados, além das ratazanas lá ao fundo, ao pé dos caixotes do lixo, mais quase uma hora de autocarro, trocar para outro, apenas e exclusivamente para entregar UMA FOLHA DE PAPEL nas mãos do padre....

E depois dois dias a fazer uma mudança de um rés-do-chão para um segundo andar (a minha mãe, se pudesse, queimava-me os livros todos, é uma fatalidade, mas antes livros que dorgas, né?!)

O meu cabelo estava uma caca...



E a ver se amanhã tenho muito mais cuidado lá no trabalho, porque quando me engano e carrego nos OOOO e não nos 0000 é uma chatice, que as coisas não ficam direitinhas, e é um drama ter de trabalhar com pessoas que são esgrouviadas e free spirit como eu, e não picuinhas obcecadas como o meu supervisor.

(E meter vodkazito na máquina de café, hum? Isso é que era! Ou Ginginha!)


sábado, 24 de dezembro de 2011

Ora acháveis que se deixava passar esta data em branco aqui na chafarrica?

Pois a menina do blog, apesar de não poder ir stressar junto da família como o mais comum português, visto que já despachou essa parte no fim de semana passado, anda aqui por casa a:

trabalhar (enquanto os desgraçados dos espanhóis tiveram de ir alombar o presunto lá para o escritório, porque estão com quase 10 mil emails e nós andamos ali fininhos. De referir que a média diária tem de ser 200, e hoje ainda só respondi a 40 e já está a caixa vazia...)

melgar o Puto, que ficou cá a fazer companhia para as festividades

Fazer bolonhesa à maneira para o almoço.

Fazer um Tronco de Natal, que ficou do catano, temos mesmo jeito para isto!

Deliberou-se familiarmente, uma vez que seria o primeiro Natal só mesmo nós os dois, uma receita doce escolhida pelo Puto, e outra pela menina do blog. O Puto escolheu o Tronco de Natal, coisa que a sogra faz com uma pernas às costas, mas que aqui a je nunca se tinha aventurado, por mor de parecer coisa do outro mundo. Não é. Faz-se realmente com uma perna às costas, para quem tenha essa ginástica, coisa que eu não tenho, mas ali está o gajo, fresco e fofo, pronto a ser esventrado.

Agora que já despachei o trabalhinho... lá vou eu às rabanadas!

Divirtam-se!!