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domingo, 24 de fevereiro de 2019

Dica de vida de mãe #538647567:

Tempo que é permitido a uma mãe de duas crianças pequenas para fazer um bocadinho de meditação ou aspirar a três ou quatro posições básicas de ioga para esticar os músculos e tentar meter no lugar as vértebras que deslocamos a fazer agachamentos com uma criança de 11 quilos ao colo:


12 segundos.

Mai nada.

Querem fazer meditação?

Esperem até os conseguir treinar para isso, provavelmente...

Entretanto, fiquem com a vista do meu spot.




quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Mais uma posta que não vai de encontro ao espírito da época mas, desta vez, a culpa não é minha.

Cá por este lado, há que ver que a menina do blog é pessoa para vibrar mais com um chi-coração a uma árvore do que propriamente com o fumo branco a sair de uma chaminé, mas tenho que ser honesta, não deixava de ter uma certa simpatia pelo senhor de branco e pelas suas atitudes mais franciscanas do que bentas, sendo que até foi buscar a graça a um grande abraçador de árvores e amigo dos bichitos.

Por isso, aquela coisa de recusar receber o Dalai Lama para não criar problemas com a relação com a China foi coisa que não entrou bem na ideia que tinha das atitudes do senhor.

O próprio Maozão, sendo tão anti-capitalista, deve também estar a rebolar-se na tumba ao ver estes fenómenos todos de lojas do chinês (já tem nome próprio e tudo!) e de vistos gold.

Para quem luta habitualmente pela paz no mundo e outras utopias que tais, é um bocado frustrante ver o Papa recusar o emissário da paz, para não desagradar aos melindres de uma nação cada vez mais dominadora, opressiva, violadora dos direitos humanos e destruidora da natureza.

Além de que, como pessoa, o Dalai Lama deve ter uma personalidade interessantíssima.

Pergunto-me se o Menino Jesus se havia de se recusar a tagarelar com Dalai Lama durante um par de dias.

(Aliás, eu, como portuguesa comum, havia de aproveitar bem uma oportunidade destas... Dá Deus nozes a quem não tem dentes...)


quinta-feira, 5 de junho de 2014

As prioridades e outras cenas de grávidas.

Andar com uma coisita que parece uma melancia à frente de nós é giro.

A partir de uma certa altura mexe-se e dá pontapés, o que nos dá a sensação de que não estamos sozinhos no autocarro ou no meio do dia de trabalho, mas que, muitas vezes, também nos faz passar por maluquinhos da cabeça.

Nada de novo neste campo, portanto...

Ora uma mamã que anda com este apêndice agarrado não tem a vida tão facilitada como as que já têm o apêndice cá fora. Não posso propriamente dizer à minha mãe ou à minha sogra "Olhem, segurem-me aqui a coisinha fofa que eu vou ali ao Pingo Doce num instantinho".

E não estamos a falar daqueles dias em que temos de ir à loja do cidadão e pedimos o sobrinho/vizinho/um miúdo qualquer mesmo que tenha uma cor diferente da nossa e a gente não conheça propriamente a mãe dele para poder tirar a senha de prioridade, ou em que metemos um balão dentro da camisola para passar à frente das velhas jarretas na fila do supermercado.

Ora andar com a melancia por todo o lado dá para testar também as reacções das outras pessoas, que variam entre o "somos mesmo educados de verdade" e o "heducaxão? o ke é izzo? eu xou copywráiter da olá, não prexizo dizzo".

Do género estar na fila do Pingo Doce do Campo Pequeno, sossegada da vida, a olhar para o pão caseiro e a pensar já em chegar a casa e em besuntá-lo todo com manteiga dos Açores (ok, a bacia ajeitou-se por volta da 16ª semana ou isso , e as minhas calças de antes já não apertam na barriga (dah, marta!), mas até estou mais ou menos na mesma, isto é tudo só barriga, não tem nada a ver com o pão com manteiga!), e aparece lá não sei de onde um rapaz de farda que me vem dizer "a menina quer passar antes para a frente?" (era só a moça com um monte de alfaces e outra senhora com meia dúzia de coisas, não valia a pena, era um instantinho), e e depois estar a fila da H e M do Chiado, estar uma moça com umas 20 peças à frente e a menina da caixa vira-se para mim (com 2 peças, uns shorts pré-mamã e um vestido mimimi de prenda para uma sobrinha) e diz "Olhe, isto vai demorar, é melhor passar para outra caixa (tipo, noutro andar)"...

No autocarro, é a mesma coisa: passamos (sim, agora tenho uma boa desculpa para falar no plural, isto já não é conversar com as pessoazitas que vivem na minha cabeça, é conversar com a meloazinha que está na barriga, é terapêutico e a médica incentiva!), então passamos pelos lugares prioritários e estão todos ocupados, seja por idosos ou por jovens, senhoras ou senhores, e ninguém vê a grávida, mesmo que seja no dia em que o autocarro está cheio em dia de jogo do Benfica em Turim e eu tenha uma colega ao lado a dizer a cada minuto "mas estás bem? e não te queres sentar? olha tu vê lá, se estiveres cansada, tens de te sentar!), e depois um bocado mais à frente apanhas com duas miúdas adolescentes que se agarram literalmente a ti e te arrastam para o lugar delas "ah, não, está grávida, TEM de se sentar aqui!"

(mas também já apanhei com senhores educados, não aceitam um "deixe estar, não se incomode" como resposta, respondem com um "saio já na próxima" e não, saem é daí a 3 ou 4 paragens...)


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Quem semeia ventos, colhe tempestades.

Numa das empresas onde trabalhei, os gajos tinham a mania de pegar em funcionário competentes e aplicados e despedirem-nos à última da hora por questões financeiras.

Traduzindo, por números.

Cada um de nós, independentemente de ser despachado, inteligente, assíduo, eficiente, não passava de um número, perfeitamente dispensável.

Ora essa empresa, em Madrid, decidiu acabar com o departamento de Portugal aí, e passou-o para Lisboa.

Claro que só fomos avisados à última da hora, mais concretamente, meia hora antes de sermos despedidos, porque nos chamaram para assinar os papéis.

Quando regressei a Lisboa, há um mês e tal atrás, foi uma das empresas que me chamou para entrevista.

Ah e tal, gostamos muito dos vossos currículos, ainda bem que já tem experiência com a empresa, é uma mais valia, dentro de uns dias damos a resposta.

Não deram.

Obviamente, como a gente não se pode fiar só numa entrevista, nessa semana tive várias outras.

De uma das posições tive resposta ainda antes de chegar a casa, depois de sair da dita entrevista, numa Sexta-feira. "Pode começar a formação na próxima Terça-feira?". "Posso."

Era a hipótese que tinha o ordenado não tão alto, era a que tinha o horário mais macaco, mas foi a que me pareceu mais estável.

Ora a empresa número 1, que despacha os funcionários como números, está agora com um problema de "funcionário de baixa", "funcionário que despediram porque era um número a mais há meia dúzia de dias", "funcionário de férias", "funcionário que arranjou melhor e bazou", "funcionário que se fartou das m&rd@s deles e bazou"... e lembra-se de contactar, para encher os buracos os que tinha despachado anteriormente, que já tinham prática e formação feita.

Obviamente, f*d&r@m-se....


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Brincadeiras parvas e as suas surpreendentes consequências, ou Como nascem os pinheirinhos.

Cá por casa temos a mania um bocado parva de "coleccionar" coisas dos locais que visitamos: pedaços de madeira, sementes, conchas, pedras, nozes, penas, folhas, mas, principalmente... pinhas.

É verdade: temos pinhas de todos os locais que visitámos.

Estão umas quantas aqui na Besta, ao meu lado e, quando as trazemos no Inverno, vêm fechadinhas, mas basta um dia de sol para se começarem a ouvir uns estalidos estranhos e misteriosos dos quais não sabemos a origem mas que depois descobrimos que vêm... das pinhas a abrir.

Ora uma pinha a abrir deita sementes, já se sabe.

Que, como somos um bocado cromos, gostamos de espalhar por cima do trabalho um do outro, à vez.

Estas últimas que estalaram e cuspiram sementes vieram, salvo erro, ali da serra, de quando fomos passear a ver a neve. Uma hora de transportes, é um instante, e viva a neve!

No final de muita parvoíce, e com pena de deitar as mini-sementes para o balde do lixo ou para a pia, onde é que a menina do blog se lembra de as enfiar?

Deixa cá ver... sementes? Ah, pois claro, no vaso da sardinheira que roubei no Jardin de los Dos Molinos, que está ali no parapeito!

Então adivinhem lá o que é que aconteceu durante estes dias de chuva em que não estivemos por casa...

Nasceram-nos mini-pinheirinhos nórdicos no vaso!

E estes vão para a Tugalândia, olarila!





terça-feira, 26 de março de 2013

Our House o' Dreams.

Depois de dois anos a viver aqui por Madrid numa casa emprestada, onde temos de partilhar a cozinha, onde temos os livros encaixados numa Besta (vide o catálogo do Ikea, vide, pequenas marmotas), onde nem sequer se pode meter um quadro e temos que nos desenrascar com um placcard de cortiça... eis que já estamos na recta final para entrar - finalmente! - na nossa casa da árvore!

Aliás, já estamos na recta final desde Dezembro do ano passado, um pé cá, outro em Portugal, e eles estão tão bem orientados lá no trabalho do Puto que este vai ter de se atrelar por cá até Maio...

De formas que a ausência dos próximos dias vai ser justificada com muitas fotografias lá na casa, muitos apontamentos, planos, imaginar o que encaixa onde e, depois, limpezas, pinturas, mudanças, arrumações, gatas a apoderarem-se do espaço, e as nossas coisas encaixadas nos nossos espaços, que é coisa que, apesar de já estarmos a viver juntos há uns tempos, e já casadinhos e tudo e tudo e tudo, ainda não tínhamos experimentando como deve ser, e vai ser muito bom termos o nosso cantinho, só nosso.

E das gatas, sacanas, claro!

Por isso, marmotas fofinhas da vossa marta, preparai-vos que ides gramar com muitas fotos de experiências decorativas, de antes e depois, de pregos frustrados (ops!) nas próximas semanas!

A propósito, também já temos um inquilino na nossa casa da árvore: uma pomba com os seus dois ovinhos, no canteiro da janela da sala, onde antes brilhava uma sardinheira, mas onde brilha agora um daqueles cardos que picam como o caraças, e enorme. Pondero se será necessária cortina para aquela janela, uma vez que já somos possuidores de uma cortina "natural", mas vou ter de arranjar espaço nos parapeitos e nos canteiros para as flores e plantas (pouquinhas, é a minha sorte) que tenho aqui no parapeito de Madrid.

E "prontes!" Parece que vai começar uma nova aventura!

Ou, como diz a nossa amiga Anne, "There is another bend in the road after this. No one knows what will happen."


terça-feira, 20 de novembro de 2012

November #20: work/play.

Cá a profissão de sonho da menina é trabalhar numa Livraria.

Não é o caso, de momento.

Nos entretantos, vou tentando juntar uns troquitos, fazendo planos e pesquisas, e sonhando com uma livrariazita pequena na minha praia, onde vou passar o dia entretida a vender (alguns) livros, a ler o stock de fio a pavio, a conversar com as pessoas, a coleccionar e escrever histórias, a fazer workshops de plantas medicinais ou de doces tradicionais, organizar passeios pedestres e de btt (tenho de pensar nos sócios, claro!) e a servir chávenas de café, chá e chocolate quente, e uns biscoitos caseiros, nos dias enevoados.

A livraria terá um (ou mais) gatos, excertos de histórias por todo o lado, e os dias terminam com um passeio com vista para o mar até casa.




segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Curiosidade social:

A autora, Alice Walker, activista pro-palestiniana, recusa a que o seu livro seja publicado em Israel, onde, de acordo com a própria, é practicado um regime de apartheid, e este tipo de política terá de mudar antes que o livro aí possa ser publicado.


Provavelmente, se fosse aí publicado, era para fazer umas belas fogueiras, mas isto é só uma opinião...

(ui, gajas opinativas? gajas de calças? gajas independentes? gajas que dão troco? Não pode passar!)


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Já cá chegar o verão e a praia do mê coraçã!!

(pois é, meninos, que trocámos uma lua-de-mel road-trip pela costa atlântica dos Estados Unidos por 3 semanas na "nossa praia"! A tal road trip vai ficar algures para o próximo ano, que temos os primos todos por lá, e é mais maluco!)


Que tal lhes parece este desafio? Irresistível, era mesmo essa a palavra, não era?

A descobrir aqui:


e aqui:







(já sabeis, carregardes nas imagens para que se vejam melhor...)

sábado, 3 de dezembro de 2011

De como as habilidades numa profissão nos podem ser muito úteis noutra completamente diferente.

As horas intermináveis a decifrar gatafunhadas de crianças, finalmente, provaram a sua utilidade!

Sou capaz de ler os textos na diagonal e interpretar quase à primeira todas as catraiadas que lá aparecem, parando, é certo, para soltar, volta e meia, um "Ó meu Deus, estes erros ortográficos!!", ou "Esta gente é doida!".

Felizmente, para bem das orelhas das pessoas, ainda não cheguei ao ponto do "p*** do ca*****o!" com que às vezes se sai a minha colega da frente (com toda a razão, diga-se de passagem...), mas lá chegarão os tempos!

Ainda estou para ver chegar o dia em que veja a utilidade da mania de fazer ficheiros de tudo quanto é caixa que ganhei na faculdade, e estou curiosa para ver no que é que vai dar.


sábado, 26 de novembro de 2011

Caríssimos:

Se andarem a fazer compras nas internetes e forem um bocado nabos, abstenham-se de enviar mails agressivos e idiotas ao serviço de apoio a clientes, sob pena de esses virem parar aqui a esta chafarica e de serem tratados da forma lastimável que realmente merecem.

Por causa deles, farto-me de dar volta ao miolo para tentar explicar bem as coisas e de forma educadinha quando, muitas vezes, as pessoas são tão injustas, mal-educadas e manifestamente burras, pelo que só me apetece manda-los para o c@r@lhinhº!

Há que dizer com frontalidade, há muito bom português por aí que se acha muito esperto e que tem o direito de enganar o português que se segue.

Logo, vai de aproveitar!

Topo dos topos: trafulhas, como não podia deixar de ser!

"Ah e tal, eu fui áquela pizzaria, mas aquilo fechou e eu quero o valor dos 5 cupões que comprei!"

(isto de forma bastante mal-educada, até me deu a volta à tripa, eu que não uso nada destes termos, e em caps lock, que era para ver se, fazendo bastante barulho, aquilo pega)

"Lamento, mas tem 4 cupões que constam como usados, tem de nos comprovar que não foram."

(Logo a seguir, liga para o serviço, calhou de atender o colega que está ao meu lado, até se ouviam os berros de ofendido do senhor, que queria de volta o dinheiro dos jantares que já comeu, eu a explicar por gestos o que lhe tinha respondido, desliga, e diz "Fºd@sse, foi por pouco que não mandei este c@br@º para o c@ralhº!" Devias, Manel, devias...)

(nos entretantos, já anda a criatura na página do facebuk a dizer que foi enganado e a cortar na casaca e na honra dos senhores da pizzaria, só dá vontade de mandar uma pantufada na cara de labrego do senhor de tanta patranha que lá escreveu!)

Número Dois do Top? Mais trafulhas.

"Olhe, eu comprei essa oferta, mas não usei porque me esqueci/ me distraí/ fui à pesca/ estava de caganeira/ fui parar ao hospital com uma garrafa de coca cola de 33 cl na passarinha e estava a ver que não saia de lá! Então quero o meu dinheiro de volta."

(mas esta gente lê o que lhes metem à frente dos olhos?)

"Olhe, agora já não dá, só mesmo em crédito."

(Prontes, lá somos ladrões... A senhora vai assumir que é distraída e que não leu, ou que, vá, é mesmo burra? Ná, claro que não! A culpa é dos outros, pois claro!)

Terceiro do Top: Os, basicamente, mal educados.

Na sexta andava para lá um com quem troquei vários mails, em que o senhor já estava para lá de aborrecido porque não conseguia enviar convites aos amigos chiquérrimos que têm um mail terminado em @co.uk.

A gente percebe que as pessoas estão transtornadíssimas porque nos escrevem em caps lock.

Logo, como a página aceita todas as terminações e mais alguma, calculou-se que o senhor poderia ter excedido o limite de convites.

Lá escreve o senhor de volta a chamar a pessoas que ele não conhece de burras e incompetentes, sabe lá ele se a mãe ou a irmã dele trabalha ali, e eu vejo-me obrigada a explicar ao senhor, como se ele tivesse quatro anos, que, se calhar, ele não devia esperar que a morada aparecesse automaticamente, que, se calhar, ele tinha de digitar mesmo as letrinhas todas.

Bem, o que é facto é que ele não respondeu mais de volta, e ainda não foi largar petardos para o facebook, deve ser mesmo porque resultou.

(e depois há o top oposto: as pessoas educadíssimas, que as há, as pessoas decentes, as pessoas justas, as pessoas que até ligam para reclamar, mas depois ficam na conversa e desligamos amigos do coração, os velhotes fofinhos que quase temos de fazer um desenho para explicar como se usam estas coisas da internet, demoramos imenso tempo, mas em que damos umas risadas bem dispostas!)


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ó pá, amiguinhos!

Atentem a uma coisa, caros leitores, no caso de trabalharem em algum departamento de Recursos Humanos: vocês não são "the one and only"!

Por isso, naquele maravilhoso momento em que decidem contactar uma pessoa para a informar que, "sim!, a menina!!, foi seleccionada para vir trabalhar conosco!", tenham em conta que essa pessoa pode ter mandado curriculos para aí para uns outros 30 sítios POR DIA nas mais recentes semanas, e que pode, à primeira, não se lembrar com muito pormenor da vossa empresa, quanto mais o que é que vocês fazem.

Vá lá, tenho boa memória, gostei do sítio, o trabalho faz-se bem, oferecem-me ordenado certo ao fim do mês e estabilidade, gostaram de mim, mostraram-me as vistas e apresentaram-me aos novos colegas.

E começo já na segunda-feira

(porra mais para as aulas, se querem manter os professores, não lhes andem a encascar a vidinha!)


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Suisse 3 - Bern.

Tintim? Quem é o Tintim??

A simpática cabrinha anã!
Nem parecia bem uma pessoa crescer com as aventuras de Heidi, e não se cruzar com cabrinhas quando fosse à Suiça!

À beira do rio até ao centro da cidade.

Por esta altura, as cores são fantásticas, e imaginem nadar nesta pureza de água nos dias amenos de Verão!

Cabana, livro, chá, biscoitos acabados de sair do forno... e paisagem! É preciso mais?

A curva mais conhecida da cidade. A fazer a muito baixa velocidade, de preferência!

Depois, virar para o lado oposto e...

Passagem pelas mascotes da cidade: os ursos!

(hey, em Madrid, temos a ursa! Estamos em casa!)

Um urso com sentido de humor... e uma boa curva da felicidade...

Os ursos à sombrinha, a admirar a paisagem.

Por aqui, ouve-se mais o Alemão, e há imensos gatos - gordos e bem tratados!

Nem é preciso andar muito para ter um jardim! É só sair de casa!

As caves com bares e lojas, na rua mais mediática cá do sítio!

Porta sim, porta sim...

A catedral de Berna, lindíssima!

A catedral tem um pequeno parque, e esta é a vista!

Encontrámos... relógios!

E pretzels!! Lá em baixo, são dados aos macarons, aqui preferem esta especialidade!